O Peter John Ramos Fala da Sua Participação na ‘D-League’
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| Peter John Ramos. Mitchell Layton/NBAE/Getty Images |
Você acha que foi uma boa decisão haver se vinculado a D-League?
Definitivamente sim. No começo pensei que me sentiria incômodo, mas não tem sido assim. Esta sendo como uma família. Sinto-me calmo e tranqüilo, e estou desfrutando desta experiência.
Você é o primeiro jogador latino com sucesso nesta liga. Como se sente representando a Porto Rico e aos latinos?
Muito bem, pois sempre que jogo estou representando a Porto Rico e por suposto a todos os latinos.
Fala-nos da sua equipe atual.
A nossa equipe está trabalhando duro. Somos uma equipe jovem. Estamos num processo de aprendizagem, mas o plano é chegar as finais do campeonato.
Qual é a maior diferença para você entre a NBA e a D-League?
Eu aqui estou jogando quando em Washington estava num processo de aprendizagem por causa da minha idade. Aqui estou trabalhando muito duro para progredir e ajudar os Wizards no futuro.
E em relação ao jogo dentro da quadra?
Aqui o jogo é um pouco mais lento, mas ainda se corre bastante porque os jogadores são jovens e bem preparados fisicamente.
Existem muitas diferenças logísticas ou de estilo de vida entre a NBA e a D-League?
Todos sabem que na NBA os jogadores se hospedam em hotéis de luxo, cada equipe tem o seu próprio avião privado, e etc. Mas aqui também temos comodidades. Talvez à única grande diferença seja que viajamos em vôos comerciais, mas em geral isso não me importa. Eu sou muito tranqüilo e me concentro mais em jogar basquete do que na vida exterior.
Você mantém contato com o pessoal dos Wizards?
Sim, sempre estamos nos comunicando. Eles acompanham cada uma das minhas partidas, o progresso que tenho tido, e também sabem de tudo o que acontece fora da quadra.
Quando você acha que é o momento oportuno para voltar aos Wizards?
Estou tranqüilo aqui, não tenho pressa. Prefiro terminar a temporada muito bem, e estar bem preparado para a próxima temporada.
Como tem sido a vida fora de Porto Rico? O que é que mais sente falta?
Bom, como tudo tem sido um processo de adaptação à vida em Washington primeiro e agora aqui, sinto muita falta da minha família. Nunca havia separado antes deles, e sempre espero que cheguem as férias ou qualquer oportunidade para compartir esse tempo com eles.
Quem é o seu melhor amigo e maior conselheiro nos Wizards?
Todo o pessoal da equipe sempre tem estado muito atencioso comigo. Talvez entre os jogadores quem mais me tenha ajudado e aconselhado tem sido o Antawn Jamison.
O que você acha da transferência do Carlos Arroyo aos Magic?
Acho que é bom para ele e para os fãs de Orlando, porque tem muitos porto-riquenhos e hispanos vivendo nessa cidade e que podem o apoiar.
Você tem planos de jogar na seleção este ano?
Sim, essa é a idéia.
Qual tem sido a maior surpresa que você tem encontrado na D-League?
Em geral toda a liga e o ambiente é muito agradável. O que não esperava eram o reconhecimento e o apoio das pessoas. Nas ruas me recolhessem e me pedem autógrafos. O carinho deles te motiva para jogar e fazer as coisas boas pela sua equipe.
Como você tem melhorado o seu jogo deste que chegou a D-League?
Tenho melhorado em todos os sentidos. Agora estou trabalhando muito nos meus lançamentos, nos movimentos como pivô, nos lances livres, e acho que estou correndo melhor em quadra.
Qual seria o seu conselho para um jogador que seja transferido da NBA a ‘D-League’?
Definitivamente você deve aceitar vir aqui. É uma boa experiência. Você aprende bastante e trabalha no seu jogo. Quando é hora de volta a NBA, você pode ir confiante que poderá ajudar muito a sua equipe.

























