Galeria de Stephen Jackson

Stephen Jackson foi um dos jogadores chaves no título dos Spurs na temporada anterior. Antes de voltar para a NBA, Jackson jogou o começo de sua temporada na Venezuela e na República Dominicana. Em San Antonio, ele teve uma grande temporada, se converteu em um bom amigo de Emanuel Ginóbili e ganhou seu primeiro anel de campeão na NBA.


Stephen Jackson na Final da NBA de 2003.
Ronald Martinez/NBAE/Getty Images

Faz poucos dias que você voltou para San Antonio. Como foi a sua volta para esta cidade?
Foi interessante. Apesar que perdemos, tive a oportunidade de rever os meus amigos e os companheiros com quem obtive o título nos Spurs. Também recebi meu anel de campeão da NBA em uma cerimonia simples mas muito significativa.

Tem saudades de San Antonio?
Não de tudo. Eu sou de Texas e sempre volto para casa no verão, então não me faz tanta falta. Para min, o importante é jogar sem importar o lugar em que o tenha que fazer.

Como vai tudo em Atlanta?
Tudo tem ido muito bem. Moro em uma nova cidade com novos amigos, e o mais importante é que continuo jogando basquete. É um bom lugar para viver e jogar.

Já tem tido a oportunidade de sair e conhecer a cidade?
Desde que cheguei tenho estado muito ocupado jogando ou viajando. Mesmo assim não é difícil de conhecer os melhores lugares da cidade. Estou morando em um hotel, onde tem varias opções para sair e se distrair. Posso até andar para a arena onde treinamos e jogamos, assim que me sinto muito cômodo.

Qual é sua meta para esta temporada?
Simplesmente melhorar e animar o máximo a minha equipe. Não gosto de traçar metas individuais senão contribuir o máximo para minha equipe. O único que quero é jogar e melhorar a cada ano.

Até onde você acha que esta equipe pode chegar na presente temporada?
Esta equipe pode ir muito longe. O importante é estar unidos e jogar juntos. Não tem limites se estamos todos com o mesmo objetivo, curtindo os bons momentos, vindo a trabalhar muito todos os dias e superando todos os problemas unidos.


Jackson (izq.) en un duelo amistoso frente a Manu Ginóbili.
D. Clarke Evans/NBAE/Getty Images

Você jogou na República Dominicana e na Venezuela no começo de sua carreira, como foi essa experiência?
Foi fantástico. Eu posso afirmar que foi lá onde eu vi as mulheres mais bonitas do mundo. Foi uma grande experiência. Eu era jovem, tinha 18 anos. Foi bom para madurar, crescer rápido, ser responsável, e no final me converti em um homem com responsabilidades em um país estrangeiro, sem falar nada de espanhol e cumprindo com minhas obrigações profissionais.

Tem tido a oportunidade de voltar a estes países?
Infelizmente não, mas é algo que quero fazer em algum dos próximos verões. São lugares maravilhosos, ideais para esquecer das preocupações, descansar e curtir muito.

O que foi o melhor de viver lá?
A comida, a gente, o arroz amarelo, as ‘habichuelas’, as mulheres, tudo. Foi de verdade uma das melhores épocas em minha vida. Foi algo inesquecível.

Você gostaria de voltar para a Latino América para um jogo de exibição?
Claro que sim. Seria fantástico. Esses jogos são muito bons para a liga e para a gente que acompanha a NBA no exterior. De verdade... gostaria muito de ir a Latino América em um jogo com a NBA.

A NBA vive uma grande globalização, o que acha desta nova etapa da liga?
Definitivamente faz que a liga seja muito melhor. Nós devemos trabalhar muito para poder competir com os talentos que vem do exterior e isso é muito interessante. Em todo o mundo se joga um grande basquetebol, e agora isso é uma realidade na NBA.

Em San Antonio você jogou ao lado de Manu Ginóbili, o que nos podes dizer dele?
Ah, ele é meu amigo, uma grande pessoa, e um grande jogador. Ele irá ser uma estrela nesta liga. Ele não tem medo de nada, e tem um grande jogo… essa é uma boa definição de seu jogo. Ele me ensinou muitas palavras em espanhol.


"Nenê é muito bom, e em um ano mostrou que pertence nesta liga."
-- Stephen Jackson --


Ele te falou de Argentina?
Sim, me falava muito de seu país, da comida, da gente e brincava muito sobre sua popularidade lá. Ele me convida sempre e já me prometeu me levar para Argentina em um verão. Espero que o cumpra.

Você continua em contato com Manu?
Não tanto como com Tim (Duncan) ou Bruce (Bowen), pois falamos muito por telefone. Em San Antonio falamos só um pouco e sempre estou pendente do que faz ‘Gino’ na liga. Ele é um jogador extraordinário e lhe desejo o melhor porque ele é uma grande pessoa.

O que você acha dos demais latino americanos na NBA?
Nenê é muito bom, e em um ano mostrou que pertence nesta liga. Também tem Gasol quem é o jogador chave em Memphis.

Se tivesse a oportunidade de contratar um latino para reforçar a sua equipe, quem você escolheria?
Sem duvida o Gino. Eu gostaria de jogar de novo com ele.