Nas Suas Palavras: José Manuel Calderón (Toronto Raptors)
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| Calderón. NBAE/Getty Images |
O que você teria feito na sua vida se não fosse um jogador de basquete?
Acho que estaria estudando com os meus companheiros da minha geração. Eu comecei a estudar publicidade e relações públicas.
Quem é o jogado com mais carisma na NBA?
Bom, até agora não sei. No All-Star o Shaquille O’Neal me surpreendeu muito. Acho que ele é um cara muito carismático, muito preparado para conviver com as pessoas, para ser divertido e para sempre fazer um show.
Você gosta de cozinhar?
Posso cozinhar, porque vivi muito tempo sozinho quando jogava em Vitória. O problema é que não tenho muita paciência. Quando tenho fome, tenho que comer já e acho que não agüentaria ter que cozinhar.
Qual é o seu prato de comida favorito?
Gosto muito de pasta.
O que você come de café da manhã?
Não sou de comer muito no café da manhã. Bebo um suco, um café e com um pedaço de pão.
Qual foi o último livro que você leu?
Tenho lido vários livros do Dan Brown, como A Conspiração e Anjos e Demônios.
Você recomenda algum filme?
Qualquer filme espanhol. Todos são bons.
As pessoas sempre comentam que Toronto é uma cidade espetacular. O que você nos diz a respeito?
Em Toronto você pode fazer de tudo. É uma cidade multi-cultural. Você encontra gente de todos os países. Isso é algo muito importante em uma cidade.
Quem ganhará o próximo mundial de basquete no Japão?
Espanha.
Você acompanha algum outro esporte?
Tento acompanhar o futebol na Espanha, pois quando falo com os meus amigos tenho um tema a mais para conversar. Também gosto muito de tênis.
E qual é a sua equipe de futebol na liga espanhola?
Sou do Real Madrid, mas ultimamente não estamos muito bem.
O que mais sente falta da Espanha?
A família e os amigos são os mais importantes.
Como foi a sua experiência como comentarista de TV durante o All-Star?
Muito bem. Muito boa experiência. Você pode comentar a sua opinião aos espectadores e fãs do basquete, e isso é algo que você nem sempre tem a oportunidade de fazer massivamente.
O que achou do Pau Gasol no Jogo das Estrelas?
Acho que ele fez uma grande partida. Foi o seu primeiro All-Star, por isso não tinha por que arremessar todos os lançamentos e tentar ser o cestinha do jogo. Ele fez 12 rebotes em 14 minutos de jogo. Ele foi quem mais fez rebotes na partida, e acho que assim ganhou o respeito de todos. Acho que ele não queria ser o protagonista, havia outros protagonistas do jogo. Tenho certeza que o Pau disputará muitas mais vezes este evento.
Quê foi o que mais te impactou do All Star?
Acho que tudo. É um evento muito grande, muita gente e muitos jornalistas em um só lugar.
Qual é o balance geral da sua primeira temporada na NBA?
Até agora a experiência tem sido muito positiva. Nunca se sabe o que você encontrará, mas estou muito feliz jogando aqui. Estou muito feliz com a equipe e com os companheiros de equipe, e os técnicos me têm ajudado muito.
Você prefere mais a posição de armador. Você esta sempre em busca da oportunidade de anotar?
Realmente estou muito feliz porque aqui na equipe só me pedem que seja o José Calderón, não me pedem mais do que isso. É o meu primeiro ano, e acho que passo por um período de adaptação. Assim que tento aproveitar todos os minutos que posso jogar. Esta é uma carreira de larga distancia. Não tenho que chegar, mostrar todo o meu jogo e jogar bem desde o primeiro dia. Por isso que temos que ter paciência. Tenho certeza que o ano que vem vou estar muito melhor.
Quais são as suas expectativas para o resto da temporada?
Quero continuar me adaptando a liga e jogar bem. É o meu primeiro ano, assim que tenho muito que aprender. Faltam-nos cerca de 30 partidas, por isso que temos que ter paciência. Já acho que para a seguinte temporada temos que traçar novos objetivos.

























