Guilherme Buso deu seus primeiros arremessos numa quadra de basquete aos 9 anos de idade. Desde então, disputou todos os campeonatos das categorias de base, atuou por uma temporada de High School nos Estados Unidos e foi parte da equipe adulta de Santo André até sua formação acadêmica como jornalista na Universidade Metodista. Produziu o documentário "Bola ao Cesto", que faz uma retrospectiva detalhada da Seleção Brasileira de basquete masculina. Foi repórter da TV Federação Paulista de Futebol, mas jogar, assistir e comentar os jogos da bola laranja sempre foram sua tarefa predileta. Atualmente, é gerente de comunicação da Liga Nacional de Basquete e escreve para a NBA desde 2007.

Mudanças à vista

É preciso ter muita coragem para encarar mudanças. Não é todo mundo que tem o desprendimento de alterar a rotina diária. No caso do pivô Nenê, muita coisa vai mudar a partir de agora. Após quase dez temporadas defendendo o Denver Nuggets, o brasileiro acertou, nesta quinta-feira, sua ida para o Washington Wizards, no último dia de transferências da NBA.

Não é só a mudança de cidade, da pacata Denver para a capital dos EUA, Washington, mas o que mais vai mudar na rotina de Nenê é a diferença de uma franquia para a outra. Desde que Nenê chegou em Denver, o pivô fez grandes temporadas, tornou-se ídolo e forte candidato a All-Star. O brasileiro chegou a sete playoffs, sendo que em um deles, na temporada 2008/2009, os Nuggets encararam o Los Angeles Lakers na final da Conferência Oeste.

Agora, Nenê vai para um time que há alguns anos vem buscando sua reformulação. Os Wizards não vão para os playoffs há três temporadas e não devem avançar neste campeonato também. Desde a saída do trio Arenas, Jamison e Butler, em meados dos anos 2000, a equipe de DC não empolga.

Está certo que a chegada do armador John Wall, grande destaque no basquete universitário atuando pela tradicional Universidade de Kentucky, deu uma grande injeção de ânimo na franquia na temporada passada. Wall tem tudo para ser um astro da NBA, mas ainda é cedo afirmar qualquer coisa sobre ele, pois a equipe ainda não teve sucesso algum no campeonato.

O pessoal em Washington está bastante motivado com a chegada de Nenê. Sua contratação poderá ser determinante para que a equipe volte aos playoffs e almeje objetivos mais ousados nas próximas temporadas. Com certeza, uma mudança bastante positiva para os Wizards e, principalmente, para o pivô brasileiro.

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