Blog Squad: Luiz Andr Guazzelli 2008-09 Arquivo

Bem vindos à seção do “Blog Squad Brasil”, uma coleção de matérias de opinião, de jornalistas, artistas, jogadores e especialistas em basquetebol ao redor do mundo, quem quer compartir os seus pensamentos e opiniões sobre a NBA com você. Aqui você poderá consultar as colunas de opinião de cada um dos nossos convidados especiais.

Os pontos de vista expressados no Blog Squad Brasil representam unicamente a visão daqueles que escrevem neste. Não representam a posição da NBA.com/Brasil, da NBA ou de alguma equipes da liga.

Luiz André Guazzelli
Jornalista
Foi a paixão pelos esportes que fez com que esse ex-administrador de empresas resolvesse tornar-se jornalista. Formado pela Universidade Metodista de São Paulo, já escreveu sobre esportes em vários sites e blogs e hoje é o responsável pelo setor de jornalismo de uma grande empresa de cosméticos da região do ABCD paulista. Porém, sua grande motivação ainda reside em comentar e escrever sobre eventos esportivos, especialmente o basquete. É fã e grande colecionador de artigos da NBA desde quando assistiu sua primeira partida ao vivo na antiga Miami Arena há 15 anos. Contato do Luiz André Guazzelli: guazza@gmail.com

Recomeço?
Publicado por Luiz André Guazzelli Setembro 11 2009

Allen Iverson disputou sua única Final de NBA em 2001, quando ainda jogava pelo Philadelphia 76ers. Apesar da derrota para o Lakers por 4-1, Iverson foi o MVP da temporada com uma incrível média de 33 pontos por partida na fase de playoffs.
NBAE/Getty Images

Depois de recusar algumas propostas consideradas baixas, Allen Iverson finalmente acertou com o Memphis Grizzlies para a temporada 2009/2010 da NBA.

O veterano armador de 34 anos chega à equipe do Tennessee cercado de dúvidas e incertezas, afinal nos últimos anos o ex-MVP tem mostrado visível queda de rendimento, além de seguidas contusões.

Para o atleta esta será uma grande oportunidade de mostrar seu talento e provar que ainda não está acabado para o basquete profissional. “Basicamente será como disputar novamente uma temporada como calouro. Este ano será muito pessoal para mim. As pessoas estão tentando me colocar em uma cadeira de rodas após a última temporada. Isso machuca!”, afirmou o armador na apresentação em sua nova equipe.

A realidade é que após sair do Philadelphia 76ers, onde era o grande protagonista, Iverson passou a oscilar bastante. Começou bem no Denver Nuggets de Nenê, mas logo foi ofuscado pela estrela ascendente de Carmelo Anthony.

Criticado por seu forte temperamento, e pela dificuldade em trabalhar em equipe logo foi trocado para o Detroit Pistons. Lá disputou sua pior temporada de NBA, ficando inclusive de fora dos últimos jogos da equipe devido a uma contusão. Por ironia do destino, o Detroit só melhorou um pouco seu jogo, garantindo vaga aos playoffs, quando Iverson se machucou. Até hoje muitos torcedores não engoliram a troca entre Iverson e Chauncey Billups.

Agora em Memphis, Iverson encontrará uma equipe jovem e promissora que conta com o ala-armador O.J. Mayo como seu grande nome. O pivô espanhol Marc Gasol, e os alas Rudy Gay e Zach Randolph são os outros destaques. Além disso, a franquia aposta no pivô novato Hasheem Thabeet de 2,21m de altura que foi o segundo selecionado no Draft deste ano.

Resta saber se Iverson chegará com o objetivo de liderar positivamente a equipe sem se importar tanto com a figura de “dono do time” ou se ele irá apenas se preocupar com seu próprio jogo, deixando de lado o coletivo. Sem dúvida, uma contratação polêmica que pode dar muito certo, ou muito errada!

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Atualizando...
Publicado por Luiz André Guazzelli Agosto 24 2009

Após deixar o Phoenix Suns, Shawn Marion nunca mais repetiu as boas atuações que o levaram a disputar quatro All Star Games. Agora em Dallas, "The Matrix", como é conhecido, pode ter a última chance para recuperar o prestígio e o tempo perdido.
NBAE/Getty Images

Enquanto a nova temporada da NBA não chega, o jeito é ficar de olho nas especulações e nas trocas que sempre acabam agitando um pouco esse período monótono e chato que todo fã da NBA é obrigado a encarar. Então, nada mais justo do que resumir e atualizar o que ocorreu nos últimos meses.

Logo após o final da temporada já surgiram algumas transações de impacto. Shaquille O’Neal no Cleveland, Vince Carter no Orlando, Richard Jefferson no San Antonio e Jamal Crawford reforçando o Atlanta. Um bom sinal para aqueles ávidos por mudanças e melhor ainda para quem torce contra o Los Angeles Lakers, time a ser batido no próximo campeonato.

No início de julho a movimentação não cessou. Falando nos Lakers, os campeões perderam seu melhor defensor, Trevor Ariza que foi para o Houston Rockets. Em compensação trouxeram o ex-Rockets, Ron Artest, considerado por muitos como o melhor marcador da NBA. Alívio para Kobe Bryant, que sempre demonstrou irritação ao enfrentar o agora novo companheiro.

O Detroit Pistons também aproveitou o começo do verão norte-americano para renovar a equipe e tirar do marasmo a qual havia se habituando nas últimas temporadas. Reforçou o elenco com dois ótimos jogadores: Ben Gordon, ex-Chicago Bulls, e Charlie Villanueva, ex- Milwaukee, mas perderam o veterano ala-pivô Rasheed Wallace que agora reforçará o experiente time do Boston Celtics. Já o Orlando vice-campeão da NBA perdeu um de seus mais importantes jogadores, o ala turco Hedo Turkoglu que, valorizado após uma excelente temporada, resolveu assinar um contrato mais “poupudo” com o Toronto Raptors.

Buscando apoio para Jason Kidd e Dirk Nowitzki, o Dallas trouxe os alas Shawn Marion, ex-Toronto, e Drew Gooden, ex San Antonio Spurs. Será, sem dúvida, a grande chance (talvez a última) para Marion voltar a brilhar.

Os Spurs, por sua vez, mantiveram o costume e se reforçaram com mais dois veteranos, Antonio McDyess, ex-Detroit, e Theo Ratliff, ex-Philadelphia, contratado no final do mês julho.

Ainda no final do mês, outras duas negociações chamaram a atenção. Primeiro, a aquisição do experiente armador Andre Miller, ex-Philadelphia, pelo Portland Trail Blazers. E a outra, a troca que levou o ala pivô Emeka Okafor para o New Orleans Hornets, que, por sua vez, liberou o também ala-pivô Tyson Chandler para o Charlotte Bobcats. Jogando ao lado de Chris Paul, Okafor poderá deixar de ser uma eterna promessa e tornar-se um All-Star. Será?

Por enquanto, o mês de Agosto ainda não registrou nenhuma transação de impacto, porém, devemos considerar algumas boas movimentações. O Los Angeles Clippers trouxe o bom arremessador Rasual Butler que estava no New Orleans. O Cleveland Cavaliers tirou do Boston Celtics o aguerrido ala-pivô Leon Powe, e o Miami Heat se reforçou com o ala-armador Quentin Richardson, que após terminar a temporada com o New York Knicks passou por Memphis Grizzlies, Los Angeles Clippers e Minnesota Timberwolves até chegar à equipe da Flórida.

Até o início da nova temporada muitas mudanças ainda deverão acontecer. Portanto fique ligado. Acompanhe as novidades aqui no BlogSquad e acessando o Twitter da NBA Brasil (http://twitter.com/nbabrasil).

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Baixa considerável
Publicado por Luiz André Guazzelli Julho 22 2009

Principal jogador do Houston Rockets, o pivô Yao Ming está fora da próxima temporada. O ídolo chinês se submeterá a uma delicada cirurgia no pé esquerdo. Problemas à vista para os texanos!
NBAE/Getty Images

A temporada 2009/2010 da NBA ainda nem começou e já tem seu primeiro grande desfalque confirmado. O pivô chinês Yao Ming, do Houston Rockets, optou por realizar uma delicada cirurgia no pé esquerdo e desta forma só voltará a jogar no ano que vem.

Apesar de confirmada a cirurgia a notícia surgiu como um alívio para o jogador e para os fãs do atleta, afinal, muitos cogitavam que a contusão poderia significar o fim precoce da carreira do ídolo chinês.

As últimas quatro temporadas não foram nada fáceis para Yao, que sofreu com seguidas lesões, e quase ficou de fora das Olimpíadas de Pequim no ano passado devido ao problema no pé. Nesta temporada, o atleta voltou a sentir a contusão nos playoffs.

Após consultar vários médicos e conversar com o pivô Zydrunas Ilgauskas, do Cleveland Cavaliers, que se recuperou de uma lesão semelhante, Yao decidiu passar pelo mesmo procedimento cirúrgico ao qual o pivô dos Cavs se submeteu anos atrás.

A cirurgia consiste em “grampear” o osso do pé, diminuindo o arco e aliviando um pouco a pressão do membro no momento do apoio. “Acredito que tomei a melhor decisão. Terei muito trabalho pela frente, mas estou convencido que voltarei a jogar”, afirmou o pivô de 28 anos de idade.

Sem seu principal jogador, o Houston foi buscar o pivô australiano David Andersen, que estava no Barcelona da Espanha. Além disso, a franquia contratou o ala Trevor Ariza, ex-Lakers para substituir Ron Artest que agora defenderá o atual campeão da NBA.

A verdade é que Yao Ming fará muita falta ao Houston. Em uma conferência tão disputada quanto a Oeste, a ausência de um astro como o gigante chinês pode ser realmente desastrosa.

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Idas e vindas
Publicado por Luiz André Guazzelli Junho 29 2009

O brasileiro Leandrinho Barbosa tem visto seu nome ser constantemente envolvido em possíveis trocas. Primeiro o armador poderia ir para o Boston Celtics, e agora um jornal norte-americano garante que o brasileiro irá para o Houston Rockets junto com o companheiro de equipe Amar'e Stoudemire.
NBAE/Getty Images

Passadas apenas duas semanas da grande final da NBA e as equipes já começam a remodelar seus plantéis visando a temporada 2009/2010. E as primeiras transações já surgem, envolvendo grandes jogadores.

O superpivô Shaquille O’Neal troca novamente de equipe e agora será o fiel escudeiro do MVP LeBron James no Cleveland Cavaliers. Para adquirir o veterano All-Star, os Cavs enviaram o pivô Ben Wallace e o ala-armador Sasha Pavlovic para o Phoenix Suns. Individualmente, Shaq fez uma boa temporada pelos Suns, recuperando um pouco do seu prestígio. E agora aos 37 anos tentará ajudar LeBron a conquistar um título que parecia muito próximo na temporada passada. Resta saber em que condições Shaq poderá ser útil aos Cavs, afinal muitos críticos e torcedores creditaram à contratação do atleta a péssima temporada do Phoenix Suns.

Outra transação que chamou atenção envolveu o vice-campeão da NBA, o Orlando Magic. A equipe enviou o armador Rafer Alston, o ala-armador Courtney Lee e o ala-pivô Tony Battie para o New Jersey Nets em troca dos alas Vince Carter e Ryan Anderson. Carter tem tudo para voltar a viver um grande momento na liga jogando pelo valente time da Flórida. Agora o Orlando precisará se esforçar para manter o ala Hedo Turkoglu, grande destaque dos Magic na final da NBA, que já manifestou interesse em deixar a equipe, além de reforçar o banco de reservas se quiser voltar às finais no próximo ano.

Depois de uma temporada aquém das expectativas, o San Antonio Spurs resolveu se mexer e renovar a equipe. A equipe do Texas acaba de contratar o ala Richard Jeferson. Para ficar com o ex-cestinha do New Jersey Nets, a equipe de Tim Duncam acabou enviando o ala-armador Bruce Bowen, o ala-pivô Kurt Thomas e o pivô argentino Fabricio Oberto para o Milwaukee Bucks. Foi o primeiro passo para os Spurs recuperarem a boa reputação de anos passados e uma nova chance para Jefferson brilhar em uma equipe de ponta.

Já a boa equipe do Atlanta Hawks ganha um interessante reforço: Jamal Crawford. Após desentender-se com o treinador Don Nelson, o habilidoso armador trocou o Golden State Warriors pela promissora equipe da Geórgia. Na transação o Golden State recebeu os armadores Speedy Claxton e Acie Law. Crawford teve médias superiores a 19 pontos por partida na última temporada.

Especulações

Mais negociações devem acontecer a qualquer momento. Rumores dão conta que o ala-pivô Amar’e Stoudemire e o armador brasileiro Leandrinho podem seguir para o Houston Rockets em troca dos alas Tracy McGrady e Carl Landry, e do armador Aaron Brooks. Os Rockets estariam frustrados com as seguidas contusões de T-Mac e teriam em Stoudemire um ótimo parceiro de garrafão para Yao Ming. Ao mesmo tempo, ele poderia jogar ao lado do ala Luís Scola durante o período em que o chinês permanecesse machucado. O agitado mercado da NBA promete mais novidades e especulações para os próximos dias. Fique ligado!

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Melhor entre os melhores
Publicado por Luiz André Guazzelli Junho 15 2009

O décimo quinto título dos Lakers teve como principais personagens o astro Kobe Bryant e o treinador Phil Jackson. Fator de desequilíbrio dentro de quadra, Kobe foi eleito o MVP das finais com média de 32,4 pontos por partida. Já Phil Jackson tornou-se o técnico recordista de títulos da liga com 10 anéis.
NBAE/Getty Images

Virar uma série final de NBA quando se encontra em uma desvantagem de 3x1 é muito difícil. Porém, fica quase impossível quando se tem pela frente um Los Angeles Lakers aguerrido, determinado e com muita vontade de vencer. É necessário estar sempre jogando no limite, beirando a perfeição.

Nesta quinta partida, o Orlando até tentou no começo. Fez um primeiro quarto muito bom. O jogo de transição funcionava, a torcida empurrava a equipe e todos os jogadores pontuavam. No entanto, o ímpeto durou apenas doze minutos. A partir do segundo quarto, o Lakers acordou e resolveu jogar uma ducha de água fria na Amway Arena, tomando conta da partida.

A reação californiana desanimou o Orlando, que sem forças e principalmente sem confiança praticamente “entregou” o jogo e o campeonato. A superioridade dos Lakers era incontestável. A defesa funcionava, anulando o principal jogador dos Magic, Dwight Howard (que terminou a partida com apenas 11 pontos). E o ataque comandado por Kobe Bryant, cestinha da partida com 30 pontos, não permitia que o Orlando ameaçasse.

Desta forma, a vitória e o título eram apenas questão de tempo. O próprio Orlando parecia aceitar a derrota. O último quarto da partida foi apenas uma contagem regressiva para a festa do campeão na calada arena em Orlando. Festa essa, mais do que merecida, para uma grande equipe que se mostrou bastante superior na série, apesar das dificuldades impostas pela valente e talentosa equipe da Flórida. Mais do que isso um prêmio para Kobe Bryant, que conquista seu quarto título, o primeiro sem a sombra de Shaquille O’Neal.

Kobe foi o grande líder da equipe, um técnico dentro de quadra e mostrou por que é sem dúvida o jogador mais completo da NBA e um dos melhores da história do basquete mundial. Com muita justiça, foi eleito pela primeira vez em sua carreira o MVP (jogador mais valioso) das finais e ainda tornou-se o quarto maior cestinha de uma série final, com média de 32,4 pontos por partida, superando Michael Jordan que teve 31,2 nas finais de 1991.

A façanha de Kobe só não é maior que a do treinador Phil Jackson. O ex-técnico do Chicago Bulls conquistou seu décimo título de NBA, tornando-se o mais vitorioso da história. Foram seis com os Bulls, de Michael Jordan, e quatro com os Lakers, de Kobe Bryant, superando os nove anéis conquistados por Red Auerbach à frente do Boston Celtics.

Fim de uma excelente temporada. Título merecido para o melhor time entre os melhores do mundo. Reverências justas a Kobe Bryant e Phil Jackson. As emoções da NBA agora ficam reservadas para Novembro. Só nos resta esperar ansiosamente...

Até a próxima temporada!

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Ainda não acabou!
Publicado por Luiz André Guazzelli Junho 10 2009

Apesar de ser novamente o cestinha da partida, com 31 pontos, Kobe Bryant falhou no momento decisivo e não conseguiu esconder a frustração. “Não foi uma boa noite. O time confia em mim nestes momentos e hoje simplesmente não aconteceu”, afirmou Kobe ao final do jogo.
NBAE/Getty Images

Era uma questão de honra. Depois das grandes apresentações na semifinal contra o Cleveland Cavaliers, o Orlando Magic precisava dar uma resposta ao seu torcedor e permanecer vivo na série final contra o Los Angeles Lakers. E foi isso o que aconteceu nesta terça-feira na Amway Arena, em Orlando.

A partida começou bastante equilibrada, com as duas equipes com ótimo aproveitamento nos arremessos de quadra. A diferença entre os times mais uma vez pendia para Kobe Bryant. O ala dos Lakers anotou nada mais nada menos do que 17 dos 31 pontos de sua equipe no primeiro quarto, garantido a vitória parcial dos visitantes.

No segundo quarto, os donos da casa começaram a impor uma agressiva marcação, reduzindo o ritmo alucinante de Kobe, o que possibilitou assumir o placar. Com grande atuação do armador Rafer Alston, que não havia jogado bem nas primeiras duas partidas, o Orlando conseguiu ir para o intervalo com cinco pontos de vantagem.

A equipe da Flórida manteve o bom ritmo no terceiro e quarto quartos da partida. Tanto a defesa quanto o ataque funcionavam com perfeição. Nos minutos finais o Lakers chegou a assustar, empatando a partida, graças à boa presença de Lamar Odom e Pau Gasol no garrafão. Mas, Hedo Turkoglu, Rashard Lewis, Dwight Howard e Mickael Pietrus dividiam as ações ofensivas com perfeição, confundindo a defesa dos Lakers e mantendo o Orlando na frente.

Por ironia do destino no final foram os erros de Kobe Bryant que garantiram a vitória do Orlando. Centralizando as ações, Kobe falhou no momento da decisão (coisa rara), perdendo um lance livre, dois arremessos e deixando a bola escapar quando poderia empatar ou até virar o jogo. Méritos totais para a defesa do Magic!

Com a vitória o Orlando finalmente, após 6 partidas (4 em 1995 e 2 neste ano), garante a primeira vitória da franquia em uma final de NBA. E mais do que isso, recupera a moral e passa a acreditar que pode sim fazer frente ao poderoso Los Angeles Lakers.

O quarto jogo da série será realizado na próxima quinta-feira novamente em Orlando. E mais do que nunca vale ressaltar: ainda não acabou!

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Kobe faz a diferença!
Publicado por Luiz André Guazzelli Junho 8 2009

Líder dentro e fora de quadra, Kobe Bryant busca seu quarto anel de campeão, o primeiro sem a sombra de Shaquille O’Neal. O primeiro passo já foi dado
NBAE/Getty Images

A disputa pelo título da NBA não poderia ter começado melhor para o Los Angeles Lakers. Determinada, a equipe da Califórnia não deu chances para o Orlando Magic e abriu 1 a 0 na série decisiva, com uma convincente vitória por 100 a 75, ontem à noite no Staples Center, em Los Angeles.

O início da partida até que foi equilibrado. As duas equipes alternaram bastante a liderança, o que sugeriria mais uma emocionante batalha. Porém a partir do segundo quarto a história mudou radicalmente.

Com muita intensidade, o Lakers conseguiu neutralizar os pontos fortes do Orlando, induzindo a equipe a cometer vários erros. Por incrível que pareça, era o Los Angeles que tomava conta do garrafão. Pela primeira vez nestes playoffs, Dwight Howard encontrava uma resposta eficiente a seu jogo.

Com isso, a equipe comandada por Phil Jackson abriu rapidamente uma grande diferença, que se manteve durante todo o jogo. E para ajudar, o fator Kobe Bryant mais uma vez deu as caras. Kobe foi praticamente imarcável, anotando 40 pontos (recorde pessoal em uma final), 8 rebotes e 8 assistências.

Irreconhecível, o Orlando foi uma presa fácil. Nem mesmo o retorno do armador titular, Jameer Nelson, após 145 dias de ausência, foi suficiente para reverter o resultado, ou pelo menos dar um pouco de esperança aos torcedores da Flórida.

A verdade é que o Lakers, que já era considerado favorito ao título, ganhou muito mais moral com essa vitória, principalmente depois da excelente apresentação da equipe. Somado a isso, ainda podemos recorrer à História, afinal, quase sempre (78%) quem vence a primeira partida acaba levando o título. Além disso, o técnico Phil Jackson, detentor de nove títulos da liga, nunca perdeu uma final após sua equipe vencer o primeiro duelo.

Para reverter toda essa adversidade, o Orlando precisará reencontrar seu jogo e achar uma forma de parar Kobe. Do contrário as coisas ficarão muito mais difíceis para Dwight Howard & Cia.

Evidentemente muitos irão lembrar-se da primeira final disputada pelo Magic em 1995, quando a equipe, bastante inexperiente, foi varrida pelo já calejado time do Houston Rockets. O fantasma está aí, cabe ao Orlando exorcizá-lo, equilibrar a disputa e mostrar porque chegou, com méritos, a esta grande final.

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14 anos depois Orlando volta à decisão da NBA
Publicado por Luiz André Guazzelli Junho 1 2009

14 anos depois, Dwight Howard terá a chance de ajudar o Orlando Magic a conquistar seu primeiro título da NBA. Na primeira chance em 1995, o ainda inexperiente Shaquille O´Neal viu sua equipe ser massacrada pela veterana equipe do Houston Rockets por 4a0.
NBAE/Getty Images

14 anos depois de ser impiedosamente arrasado pelo Houston Rockets, o Orlando Magic sentirá novamente o gostinho de disputar a finalíssima da NBA. A equipe da Flórida bateu o favorito Cleveland Cavaliers por 103x90 em casa, neste sábado, e fechou a série por 4x2. Agora, a equipe irá encarar o poderoso Los Angeles Lakers na decisão do campeonato.

O Orlando chegou à sexta partida da série com um retrospecto mais do que positivo, afinal, havia vencido as quatro partidas disputadas contra os Cavs em seus domínios nesta temporada. Por sua vez, o Cleveland precisava vencer de qualquer jeito para provocar a sétima e decisiva partida.

No entanto, a equipe do MVP da temporada, LeBron James, mostrou muito nervosismo no início da partida e permitiu que os donos da casa abrissem boa vantagem. A dificuldade era imensa. Dwight Howard dominava o garrafão, carregando seus marcadores de faltas e ainda liberava os excelentes arremessadores do Orlando, que desmarcados não enfrentavam problema para pontuar.

LeBron não conseguia repetir as soberbas atuações das outras partidas e mais uma vez seus coadjuvantes não mostravam a força necessária para equilibrar o jogo. O primeiro tempo acabou com 18 pontos de vantagem para o Orlando (58x40).

Nada mudou no segundo tempo. Enquanto os Cavs falhavam, Hedo Turkoglu, Rashard Lewis, Mickael Pietrus, e principalmente, o Super-Homem Dwight Howard, mantinham o Orlando com folga no placar.

No último período da partida, ficou evidente o desânimo dos Cavs. LeBron, que havia zerado no segundo quarto, anotou apenas quatro pontos no último e decisivo quarto, terminando a partida com “apenas” 25 pontos. Depois de uma brilhante temporada regular, a equipe de Ohio via todo seu favoritismo desaparecer frente a um time aguerrido, com grande repertório ofensivo e uma incrível vontade de superar as adversidades.

Dwight Howard foi o grande destaque da partida, com 40 pontos, sua melhor marca em playoffs, e um dos fatores preponderantes para a vitória do Orlando Magic nesta final da Conferência Leste.

Los Angeles Lakers e Orlando Magic começam a disputar o título na próxima quinta-feira (04/06). As duas primeiras partidas serão em Los Angeles. Depois a série seguirá para Orlando, onde ocorrerão mais três jogos. Se necessário, os times se encontrarão novamente na Califórnia para mais duas partidas.

Atuais, vice-campeões da NBA, os Lakers de Kobe Bryant são considerados os favoritos desta final, mas pelo que o Orlando tem jogado não será surpresa se os campeões do leste conseguirem repetir o Boston Celtics e tirar outro título das mãos dos californianos. Resta saber se Kobe deixará o título escapar novamente...

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A um passo da grande final
Publicado por Luiz André Guazzelli Maio 27 2009

Rafer Alston, no tempo normal, e Dwight Howard, na prorrogação, foram os grandes responsáveis pela importante vitória do Orlando na noite de ontem. A equipe da Flórida tem tudo para novamente disputar uma final de NBA.
NBAE/Getty Images

O Orlando Magic novamente fez a lição de casa, bateu os favoritos Cleveland Cavaliers e abriu excelente vantagem de 3 a 1 na série melhor de sete. A vaga pode vir já na próxima partida, nesta quinta-feira em Cleveland.

Mais uma vez tivemos uma grande partida. O equilíbrio entre as duas equipes ficou novamente comprovado e o resultado só foi decidido na prorrogação, quando a equipe da Flórida fez valer seu retrospecto dentro de casa e venceu os rivais por 116x114.

O Cleveland entrou em quadra sabendo que uma derrota seria desastrosa para a equipe de melhor campanha da temporada regular, mas cometeu os mesmos defeitos da partida anterior. Falhava muito, tanto na marcação dentro do garrafão quanto nos arremessos de fora. Com 17 bolas de três pontos (recorde da franquia em um playoff) o Orlando liderou o placar por quase toda a partida. Destaque para o armador Rafer Alston com 6 cestas de três e 26 pontos. v Mesmo assim, os Cavs ainda tiveram força para levar o jogo para a prorrogação, graças a dois lances livres convertidos por LeBron James a menos de um segundo do fim do último quarto. v No tempo extra, sabiamente o Orlando concentrou os esforços dentro do garrafão e Dwight Howard pôde deitar e rolar, anotando 10 dos 16 pontos do Magic no período. A dificuldade em marcar o superpivô acabou com qualquer esperança da equipe de Ohio, que nervosa passou a errar muito.

LeBron ainda tentou dar a vitória à sua equipe com outro arremesso milagroso no estouro do relógio, entretanto, dessa vez, não obteve êxito e o Orlando garantiu a merecida vitória. Apesar disso, o ala dos Cavs foi de novo o cestinha da partida, com 44 pontos.

Agora, o Orlando está muito próximo de fechar a série e garantir vaga na grande final da NBA pela segunda em vez em sua história. Tudo conspira a favor do Magic. Além da equipe não ter perdido para os Cavs em seus domínios nesta temporada, ainda tem uma vantagem que poucas vezes foi revertida em playoffs. Apenas oito equipes conseguiram virar uma série que perdiam por 3x1. E o mais importante: o Orlando vem jogando um grande basquetebol.

Com a corda no pescoço, os Cavs terão que reencontrar seu melhor jogo para virar essa série “quase perdida”. LeBron precisará, mais do que nunca, da ajuda de sua equipe, que definitivamente precisa começar a jogar, ou senão todo aquele incontestável favoritismo irá por água a baixo.

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L.A. e Orlando em vantagem
Publicado por Luiz André Guazzelli Maio 26 2009

Em desvantagem e bastante ameaçados, Cleveland e Denver precisarão mais do que nunca contar com o talento de seus astros LeBron James e Carmelo Anthony se quiserem chegar à grande final da NBA.
NBAE/Getty Images

Los Angeles Lakers e Orlando Magic conseguiram neste final de semana importantes vitórias no playoff decisivo de suas respectivas conferências, e agora lideram a disputa por 2x1.

No sábado, o Lakers venceu o Denver Nuggets fora de casa por 103 a 97 com uma apresentação de gala de Kobe Bryant, e recuperou a vantagem de decidir a série em casa.

Mais uma vez a partida foi marcada pela instabilidade do Denver nos momentos decisivos da partida. Assim como nas outras partidas os Nuggets comandaram o placar nos três primeiros quartos. Entretanto, no último quarto a afobação e os erros bobos, aliadas ao bom trabalho coletivo dos Lakers fizeram a equipe do brasileiro Nenê sucumbir.

Não podemos esquecer que mais uma vez Kobe Bryant foi o fator de desequilíbrio da partida, anotando 41 pontos e acertando tudo no final do jogo. Impressionante! Já o grande astro dos Nuggets, o ala Carmelo Anthony desapareceu no segundo tempo da partida, marcando apenas 3 pontos.

Nesta segunda-feira as duas equipes fazem a quarta partida da série. O Denver chega pressionado e nem pode pensar em derrota, o que neste momento seria desastroso.

Na outra partida do final de semana, o Orlando Magic, jogando em casa, derrotou o Cleveland Cavaliers por 99 a 89 e também abriu vantagem na série.

Diferentemente das outras duas partidas, desta vez o Orlando iniciou o jogo muito bem e logo abriu vantagem. Toda a equipe estava inspirada e o jogo dentro do garrafão mais uma vez não encontrava resposta por parte do Cleveland.

Os Cavs, por sua vez, até tentaram equilibrar a partida, mas seus jogadores perdiam bolas decisivas e cometiam muitas falhas nos arremessos. LeBron James como sempre fez a sua parte, anotando 41 pontos, mas o resto da equipe definitivamente não ajudou o MVP.

Mesmo jogando pouco tempo, Dwight Howard foi o grande destaque do Orlando. Imarcável, o pivô carregou a equipe do Cleveland de faltas e foi para a linha do lance livre nada mais nada menos do que 19 vezes. Howard foi o cestinha da equipe com 24 pontos.

Vale lembrar que o Cleveland ainda não venceu o Orlando na Flórida nesta temporada. Foram duas derrotas na temporada regular e uma agora nos playoffs.

Se quiser seguir como o grande favorito ao título deste ano, a equipe do brasileiro Anderson Varejão terá que reverter este retrospecto já na próxima partida nesta terça-feira. Do contrário as coisas ficarão realmente muito complicadas para LeBron e Cia.

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Emoção até o último instante
Publicado por Luiz André Guazzelli Maio 25 2009

Mais uma vez LeBron foi o destaque do Cleveland. Mesmo muito bem marcado, o MVP anotou 35 pontos e garantiu a vitória dos Cavs no estouro do cronômetro.
NBAE/Getty Images

Até agora ninguém pode reclamar das finais de conferência da NBA. Parece até filme de suspense, hora um time abre vantagem, hora o outro se recupera e passa na frente. O equilíbrio tem sido a tônica tanto no Oeste quanto no Leste.

E nesta sexta-feira tivemos mais uma amostra disso. Cleveland Cavaliers e Orlando Magic fizeram outra emocionante partida que foi decidida no último segundo, ou melhor, no último centésimo a favor dos Cavs.

O Cleveland entrou em quadra pressionado pela derrota na primeira partida em casa e tinha em mente que uma nova derrota poderia ser catastrófica para suas pretensões. Assim como no jogo anterior a equipe do brasileiro Anderson Varejão foi logo tomando conta do placar. O jogo de transição funcionava e os principais jogadores do Orlando falhavam demasiadamente.

Com isso, o Cleveland chegou a abrir uma vantagem de 23 pontos no início do segundo quarto de partida da partida. Mas o fantasma da primeira partida voltou a dar as caras e o Orlando conseguiu se encontrar na partida.

A partir do terceiro quarto os altos e baixos da equipe do Cleveland e o fraco desempenho de seu banco de reservas, aliado à excelente produção do Magic na linha de 3 pontos fizeram com que a equipe da Flórida encostasse no placar.

E não deu outra, a história parecia se repetir. Nos minutos finais da partida o Orlando virou o placar para desespero da torcida na Quicken Loans Arena, com atuações soberbas de Rashard Lewis e Hedo Turkoglu. Por incrível que pareça, o pivô Dwight Howard não repetia a excelente produção do jogo 1.

Impiedosamente marcado pelo francês Mickael Pietrus, LeBron não conseguia pontuar. O papel de manter os Cavs na partida coube ao armador Mo Willians, fundamental nos momentos decisivos.

Alternando-se na frente do placar, Hedo Turkoglu quase deu a segunda vitória ao Orlando quando acertou um preciso arremesso a 1 segundo do final da partida, desempatando a partida. Porém, LeBron provou o porquê de ter sido eleito o MVP da temporada e no estouro do relógio conseguiu efetuar um mágico arremesso de 3 pontos, garantindo a suada vitória dos Cavs por 96 a 95, e a explosão de alegria da torcida em Ohio.

Cleveland e Orlando voltam a se enfrentar neste domingo, agora na Flórida. Mais emoção pela frente.

Ufa... que jogo!

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Tudo igual
Publicado por Luiz André Guazzelli Maio 22 2009

Chauncey Billups foi o grande destaque da partida de ontem. Com 27 pontos, e decisivo nos momentos finais o armador garantiu a sofrida vitória do Denver.
NBAE/Getty Images

Em outra partida tensa e emocionante, o Denver Nuggets conseguiu bater o Los Angeles Lakers, na Califórnia, por 106 a 103 e igualar a série em 1 a 1.

Pressionado pela derrota na primeira partida, o Denver Nuggets entrou em quadra disperso, nervoso e falhando muito na marcação e nos arremessos do perímetro. Isso bastou para o Lakers abrir logo o placar e comandar as ações.

A equipe de Kobe Bryant fez um primeiro quarto quase perfeito. Andrew Bynum e Pau Gasol dominavam o garrafão pegando vários rebotes ofensivos e Trevor Ariza fazia a diferença na marcação, roubando bolas e dificultando os arremessos de Carmelo Anthony e Chauncey Billups.

Entretanto, como o equilíbrio parece ser a tônica desta série, os Nuggets, a partir da metade do segundo quarto, encontraram seu jogo. Carmelo Anthony e Chauncey Billups se aproveitaram da queda de produção defensiva dos Lakers para recuperar-se no placar.

Carmelo que havia anotado apenas 2 pontos no primeiro quarto passou a liderar o ataque da franquia do Colorado, com 13 pontos neste quarto, 9 deles na sequência. Resultado: apenas um ponto de diferença em favor dos Lakers ao final do primeiro tempo da partida.

O início do segundo tempo foi bastante tenso, com as duas equipes errando bastante. O Lakers chegou a abrir uma vantagem de 7 pontos, mas Billups tratou de chamar a responsabilidade mais uma vez, fazendo sua equipe encostar no placar no final do terceiro quarto.

O jogo continuou nervoso no decisivo quarto com as equipes se revezando na liderança. A arbitragem passou a marcar faltas sucessivas para ambas as equipes, muitas delas bastante duvidosas. Com isso, repetiu-se a história do primeiro jogo onde os lances livres tiveram papel preponderante na definição do vencedor. Porém, dessa vez foram os Nuggets que se beneficiaram do melhor aproveitamento: 92% contra 58% dos Lakers naquele instante.

O final do jogo foi emocionante. O Denver liderava por dois pontos a 45 segundos do fim, quando Kobe Bryant empatou a partida. O até então apagado Kenyon Martin dentro do garrafão colocou novamente os Nuggets em vantagem. Após um tempo pedido, os Lakers cometeram erros decisivos. Primeiro Gasol se atrapalhou com a bola, depois foi a vez de Ariza. Até Kobe Bryant falhou na marcação individual de Chauncey Billups, que nos lances livres aumentou a diferença para 3 pontos.

No último segundo os Lakers ainda tiveram a chance de empatar a partida com o armador Derek Fisher, mas pressionado pelo brasileiro Nenê acabou errando o arremesso. Com a vitória, o Denver teoricamente “rouba” a vantagem do adversário de decidir em casa, mas para isso deve fazer a lição de casa nas próximas duas partidas.

O próximo confronto entre as duas equipes, agora em Denver, será no próximo sábado. Impressão minha ou está cheirando uma decisão em sete partidas?

Contato do Luiz André Guazzelli: guazza@gmail.com


Celtics caem, Lakers seguem vivos
Publicado por Luiz André Guazzelli Maio 19 2009

Bastante criticado no final da temporada passada, o pivô Pau Gasol foi decisivo para a classificação dos Lakers para a final da Conferência Oeste. O espanhol anotou 21 pontos e pegou 16 rebotes na sétima partida da série contra o Houston Rockets
NBAE/Getty Images

Os últimos classificados para as semifinais da NBA foram decididos no sufoco, na sétima e decisiva partida, para desespero de alguns e alívio de outros.

Considerado por muitos como o grande favorito ao título da NBA, o Los Angeles Lakers precisou suar muito a camisa para garantir vaga na final da Conferência Oeste e derrotar o aguerrido e desfalcado Houston Rockets. Mas, graças à boa atuação do pivô espanhol Pau Gasol e à vantagem de decidir em casa, com o apoio de sua fanática torcida, conseguiu espantar a “zebra” com uma tranqüila vitória por 89 a 70 na sétima partida.

Na grande final do Oeste, os Lakers medirão força com o Denver Nuggets, do brasileiro Nenê. O duelo que terá início nesta terça-feira promete ser bastante equilibrado. E se antes a equipe de Kobe Bryant poderia ser considerada como franca favorita, agora a história parece ser outra. Os Nuggets vêm crescendo jogo a jogo e tem sobrado nos playoffs até o presente momento, enquanto os Lakers têm oscilando bastante, o que, sem dúvida, pode prejudicar as intenções da equipe californiana.

Se o Lakers fez a lição de casa, o mesmo não se pode dizer do atual campeão da NBA, o Boston Celtics. Depois de quase serem eliminados pelo Chicago Bulls na primeira rodada dos playoffs, e ainda ressentindo-se da ausência do pivô Kevin Garnett, contundido, os Celtics voltaram a ter muitas dificuldades, agora com o Orlando Magic. Mas desta vez, não conseguiram obter a sétima vitória em seus domínios e acabaram dando adeus ao sonhado bicampeonato.

Com grande atuação do trio Rashard Lewis, Hedo Turkuglu e Dwight Howard, o Orlando derrotou os Celtics por 101 a 82, classificando-se para a final da Conferência Leste. Além disso, a equipe da Flórida virou uma série que parecia decidida, quebrando uma impressionante marca, afinal, o Boston nunca havia perdido uma série de playoffs após liderá-la por 3x2.

Cleveland Cavaliers e Orlando Magic começam a decisão na próxima quarta-feira. O Cleveland entra na final como grande favorito. Tem pulverizado seus adversários e ainda não perdeu nestes playoffs. Tem tudo para avançar à final da NBA, mas pela primeira vez nestes playoffs deverá encontrar dificuldades, principalmente no que se refere ao jogo dentro do garrafão, onde Dwight Howard é praticamente imarcável. Trabalho à vista para o brasileiro Anderson Varejão.

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Denver também avança
Publicado por Luiz André Guazzelli Maio 15 2009

Após passar por momentos difíceis na carreira o pivô brasileiro Nenê Hilário terá a oportunidade de disputar sua primeira final de conferência. Nenê tem feito uma excelente temporada. Suas médias nos playoffs são de 12,5 pontos e 7,3 rebotes por partida.
NBAE/Getty Images

Assim como o Cleveland Cavaliers no Leste, o Denver Nuggets, pelo Oeste, já garantiu, sem sustos, diga-se de passagem, classificação antecipada para a final de sua conferência.

A equipe do brasileiro Nenê Hilário fechou a série melhor de sete contra o Dallas Mavericks em 4 a 1, e voltará a disputar uma final de conferência após 24 anos. Esta será a terceira vez que a franquia do Colorado tentará o título do Oeste. As outras vezes foram em 1978 e 1985.

Até certo ponto, o Denver tem surpreendido nestes playoffs. Não pela qualidade do time, mas pela facilidade que tem encontrado. Tanto na primeira fase contra o New Orleans Hornets quanto agora contra o Dallas Mavericks, os Nuggets mostraram muita competência, não permitindo a seus (bons) adversários uma reação.

O quinteto titular tem se mostrado bastante sólido. Chauncey Billups e Carmelo Anthony têm desequilibrado as partidas com atuações irrepreensíveis e Nenê tem feito muito bem seu papel tanto na defesa como principalmente no ataque. Além disso, o veterano ala-pivô Kenyon Martin tem subido de produção na hora certa e será fundamental na final da conferência.

Agora cabe ao Denver descansar e esperar o vencedor da série entre Los Angeles Lakers e Houston Rockets. Independente do adversário, os Nuggets têm totais chances de alcançarem a grande final da NBA. Podemos afirmar que o favoritismo dos Lakers no Oeste já não é mais tão evidente quanto outrora.

Temos sim uma disputa!

Quinteto Ideal

Nesta semana foi divulgado o quinteto ideal da temporada 2008/2009 da NBA. Sem grandes surpresas os eleitos foram: Dwyane Wade, do Miami Heat; Kobe Bryant, do Los Angeles Lakers; LeBron James, do Cleveland Cavaliers; Dirk Nowitzki, do Dallas Mavericks e Dwight Howard, do Orlando Magic.

Esta foi a sétima nomeação de Kobe Bryant para o time principal da liga e a segunda de LeBron James. Dwyane Wade, cestinha da temporada com média de 30,2 pontos por partida, foi escolhido pela primeira em sua carreira.

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Amazing Moments Widget
Publicado por Luiz André Guazzelli Maio 6 2009

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Atlanta e Boston sobrevivem
Publicado por Luiz André Guazzelli Maio 4 2009

Com a ausência do astro Kevin Garnett, mais do que nunca Paul Pierce deverá se superar para tentar levar o Boston Celtics a mais uma final de NBA. O desafio será grande, mas Pierce já mostrou na temporada passada do que é capaz de fazer.
NBAE/Getty Images

Neste final de semana foram decididos os últimos classificados para a segunda rodada de playoffs da NBA. Atlanta Hawks e Boston Celtics venceram a sétima e última partida em seus domínios e no sufoco garantiram vaga na semifinal da Conferência Leste.

O Atlanta Hawks derrotou o Miami Heat por 92 a 78 e agora irá encarar o favoritíssimo Cleveland Cavaliers na próxima fase. Joe Johnson com 27 pontos e Josh Smith com 21 foram os destaques da equipe da Geórgia, enquanto Dwyane Wade foi mais uma vez o cestinha do Miami com 31 pontos, porém dessa vez não conseguiu levar sua equipe nas costas e superar o bom conjunto de Atlanta. Vale lembrar que fazia 10 anos que o Atlanta não conseguia vencer uma série de playoffs da NBA.

O outro sobrevivente do lado Leste foi o atual campeão, Boston Celtics, que após uma duríssima série com o Chicago Bulls conseguiu finalmente despachar o adversário na sétima partida em Boston. Os campeões fecharam a série com uma vitória por 109 a 99 no TD Banknorth Garden em Boston e agora disputarão uma vaga na final da conferência contra o Orlando Magic.

Novamente os Celtics foram liderados pelos astros Paul Pierce e Ray Allen, que anotaram 20 e 23 pontos respectivamente. Os 33 pontos de Ben Gordon e os 18 do calouro do ano, Derrick Rose, não foram suficientes para que o Chicago conseguisse fazer história, derrotando o atual campeão. Independente de qualquer coisa foi muito bom ver novamente os Bulls com um bom time, que deve melhorar ainda mais na próxima temporada com a adição de um ou dois atletas de qualidade, afinal é muito difícil vencer uma série de playoffs com apenas dois jogadores vindo do banco de reservas para revezar com os titulares.

Confirmados os últimos dois classificados, as semifinais de conferência ficam assim: Cleveland Cavaliers x Atlanta Hawks e Orlando Magic x Boston Celtics, pelo lado Leste, e Los Angels Lakers x Houston Rockets e Denver Nuggets x Dallas Mavericks, pelo Oeste.

Denver
O Denver Nuggets saiu na frente na primeira partida válida pela segunda rodada dos playoffs. A equipe do brasileiro Nenê derrotou, em casa, o Dallas Mavericks por 109 a 95. O brasileiro foi o cestinha da equipe com 24 pontos, enquanto Carmelo Anthony contribuiu com outros 23. Dirk Nowitzki foi o maior anotador do Dallas e da partida com 28 pontos. O segundo confronto será realizado na próxima terça-feira, novamente no Pepsi Center, em Denver.

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Cavs, Lakers e Nuggets saem na frenter
Publicado por Luiz André Guazzelli Abril 24 2009

Boston Celtics e San Antonio Spurs têm sentido bastante a ausência de seus astros Kevin Garnett e Manu Ginobili que estão machucados. Com estes grandes desfalques, Celtics e Spurs terão muito mais dificuldade em chegar à grande final da NBA.
NBAE/Getty Images
Após as duas primeiras partidas da fase inicial dos playoffs da NBA, apenas Cleveland Cavaliers, no lado Leste, e Los Angeles Lakers e Denver Nuggets, no Oeste, conseguiram fazer valer a vantagem do mando de quadra e seguem invictos, rumo às semifinais de Conferência.

Apesar do equilíbrio na maioria das partidas até agora, Cavs e Lakers vêm confirmando o favoritismo e mostrado o porquê de serem apontados como os grandes favoritos a realizar a grande final da NBA nesta temporada. LeBron James continua desequilibrando, sendo fator determinante para o bom desempenho de sua equipe frente ao Detroit Pistons, que pouco lembra a equipe que recentemente foi bicampeã da Conferência Leste, e campeã da liga.

O Los Angeles Lakers, por sua vez, tem contado com a excelente produção de seus atletas, demonstrando, a cada dia, possuir um elenco forte e bastante experiente, o que convenhamos vale muito na hora da decisão. O brilho de sempre de seu líder, Kobe Bryant, aliado a presença marcante no garrafão do pivô Pau Gasol, tem sido preponderante para que a equipe da Califórnia lidere a série contra o bom time do Utah Jazz.

A outra equipe que vem fazendo muito bem a lição de casa é o Denver Nuggets, do brasileiro Nenê. O Denver cresceu muito no final da temporada regular, chegando com muita moral para enfrentar o perigoso New Orleans Hornets. Vale ressaltar que seu armador, Chauncey Billups, tem tido até agora uma participação irretocável nesta série. E de certa forma, até surpreende a facilidade com que os Nuggets têm superado o rival, que em muitos momentos parece ser uma equipe de um jogador só, o talentoso armador Chris Paul. Mas, a história poderá mudar, e jogando em casa os Hornets têm chance de reequilibrarem a disputa.

Por falar em equilíbrio, esta parece ser a tônica das outras séries que estão empatadas. Orlando Magic, Atlanta Hawks, Boston Celtics, San Antonio Spurs e Portland Trail Blazers não conseguiram manter a vantagem de jogar as duas primeiras partidas em casa e agora terão a obrigação de vencer fora se quiserem passar para a próxima fase dos playoffs. Situação preocupante para Celtics e Spurs que precisarão superar as sentidas ausências de Kevin Garnett e Manu Ginobili que estão lesionados.

Os playoffs começaram!!! Façam suas apostas!!!

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Cavs garantem primeiro lugar
Publicado por Luiz André Guazzelli Abril 15 2009

Bastante contestado pela torcida do Detroit Pistons, Allen Iverson terá a chance de mostrar seu valor contra a melhor equipe do campeonato até agora, o Cleveland Cavaliers. Dura missão para o experiente time de Detroit.
NBAE/Getty Images

O Cleveland Cavaliers venceu na rodada desta segunda-feira o Indiana Pacers por 117 a 109, em Indianápolis, e confirmou a melhor campanha da temporada regular da NBA.

A vitória fora de casa foi a 66ª na competição e veio ratificar a excelente temporada da equipe de LeBron James que segue como grande favorita ao título deste ano ao lado dos Los Angeles Lakers. Com o primeiro lugar geral garantido, os Cavs terão agora a vantagem do mando de quadra até as finais dos playoffs. O que convenhamos é um grande benefício, afinal a equipe de Ohio perdeu apenas uma partida em seus domínios nesta temporada.

O adversário dos Cavs na primeira rodada dos playoffs já está definido, e será o Detroit Pistons. Os Pistons vêm de uma campanha bastante irregular. Seus principais jogadores têm sido continuamente contestados e os torcedores ainda não engoliram a troca do ídolo Chauncey Billups pelo polêmico Allen Inverson. Mas mesmo assim devem dar trabalho a equipe do brasileiro Anderson Varejão.

Já pela Conferência Oeste o outro grande favorito ao título, o Los Angeles Lakers, garantiu o primeiro lugar da conferência, e o segundo no geral, estabelecendo a terceira melhor campanha da história da vitoriosa franquia, com 65 vitórias. Os Lakers do astro Kobe Bryant enfrentarão na primeira rodada dos playoffs o perigoso Utah Jazz. Certeza de grandes jogos logo no início da fase decisiva da NBA.

Nesta quarta-fera serão realizados os últimos jogos da temporada normal e com estes serão decididas as colocações finais de cada equipe e conseqüentemente será definido quem terá a vantagem do mando de quadra. Para se ter uma idéia da importância desta rodada: Houston Rockets, Portland Trail Blazers e San Antonio Spurs estão rigorosamente empatados na terceira colocação geral da Conferência Oeste com 53 vitórias, uma a menos que o Denver Nuggets atual segundo colocado.

A NBA chega na fase decisiva prometendo muita emoção. E nós amantes do melhor basquete do mundo já podemos nos preparar para o que vem pela frente. Fiquem ligados e façam suas apostas, a melhor parte do show vai começar...

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Justa homenagem
Publicado por Luiz André Guazzelli Abril 3 2009

Dono de um currículo invejável, Alonzo Mourning disputou sete All-Star Games e ao lado do US Team foi campeão olímpico em 2000, em Sidney, na Austrália.
NBAE/Getty Images

No último dia 30 de março o pivô Alonzo Mourning tornou-se o primeiro jogador da história do Miami Heat a ter sua camisa imortalizada na American Airlines Arena. A emocionante homenagem ocorreu antes da derrota de sua ex-equipe para o Orlando Magic, por 101 a 95, e levou o antigo All-Star às lágrimas.

“Zo”, como é mais conhecido, iniciou a carreira no Charlotte Hornets em 1992, após ter sido a segunda escolha do Draft daquele ano, ficando atrás apenas de Shaquille O’Neal, seu futuro companheiro de Miami Heat. Em Charlotte, formou uma inesquecível dupla com o ala Larry Johnson, levando a franquia pela primeira vez a um playoff da NBA.

Após três temporadas, o camisa número 33 foi para Miami, onde atuou por sete temporadas. Durante este período foi o centro da equipe, dominando o garrafão, distribuindo tocos espetaculares e contabilizando médias de aproximadamente 20 pontos e 10 rebotes por partida. Levou o troféu de Melhor Jogador de Defesa da NBA por suas vezes neste período. Juntamente com o armador Tim Hardaway liderou o Miami Heat nos playoffs, iniciando uma grande rivalidade com o New York Knicks.

Entretanto, no início da temporada 2000/2001 começou a sofrer de uma grave doença no rim, o que fez com que perdesse inúmeras partidas nas temporadas seguintes. Mourning, inclusive, acabou nem disputando a temporada 2002/2003.

Em 2003 assinou com o New Jersey Nets um contrato de quatro anos, porém os problemas renais pioraram levando o atleta a retirar-se da NBA. A solução para o drama do pivô aconteceu um ano depois quando se submeteu a um transplante de rim. Com o sucesso da cirurgia voltou a treinar com os Nets, fazendo parte do elenco para a temporada 2004/2005. Pouco utilizado na equipe, “Zo” foi trocado para o Toronto Raptors no final de 2004, mas acabou não ficando.

Retornou ao Heat em Março de 2005 para ser o reserva imediato de Shaquille O’Neal. Mesmo jogando pouco tempo foi peça importante, principalmente na defesa, ajudando Dwyane Wade e Shaq a conquistar, em 2006, o sonhado título da NBA, após derrotar o Dallas Mavericks por 4-2 na grande final. Vale lembrar que na sexta partida, realizada em Dallas, Mourning contribuiu com 8 pontos, 6 rebotes e incríveis 5 tocos, garantindo seu único anel de campeão.

No dia 22 de Janeiro deste ano, Alonzo Mourning anunciou o fim de sua vitoriosa carreira. E agora, dois meses depois, recebe esta justa homenagem. Um guerreiro dentro e fora das quadras, agora eternizado e merecidamente imortalizado.

Roubando a cena

No mesmo jogo que marcou a homenagem a Alonzo Mourning, Dwight Howard acabou protagonizando mais uma grande marca em sua carreira. O pivô de 23 anos tornou-se o jogador mais jovem da história a alcançar 5000 rebotes na carreira. O recorde anterior era do lendário Wilt Chamberlain, que havia obtido a marca aos 25 anos de idade.

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Mais uma noite histórica
Publicado por Luiz André Guazzelli Março 31 2009, 9:48 AM

Substituindo o pivô Ben Wallace que está contundido, o ala-pivô brasileiro Anderson Varejão vem desempenhando importante papel nos Cavs. Voluntarioso, o “Coisa Selvagem” é um dos principais defensores e reboteiros da equipe, com média superior a 7 rebotes por partida.
NBAE/Getty Images

Liderando a Conferência Leste e já classificado para os playoffs há algum tempo, o Cleveland Cavaliers conquistou na noite da última quarta-feira mais uma vitória. Porém essa não foi apenas mais uma simples vitória. Ao bater o New Jersey Nets, por 98 a 87, o Cleveland conquistou o décimo triunfo consecutivo e 58º na temporada, um recorde para a franquia.

Esta marca histórica supera a anterior de 57 vitórias, que foi obtida por duas vezes: nas temporadas 1988/1989 e 1991/1992, quando a dupla Mark Price e Brad Daugherty só não levava o Cleveland a uma final de NBA por que existia um Michael Jordan e um Chicago Bulls pela frente.

Nesta partida, novamente, LeBron James foi fundamental para a vitória histórica. O ala-armador anotou 22 pontos e 11 assistências, tornando-se o segundo jogador na história da NBA a fazer pelo menos 2000 pontos, 500 rebotes e 500 assistências em quatro temporadas. O primeiro foi o lendário integrante do Hall da Fama do basquete, Oscar Robertson.

Além de LeBron, os outros quatro titulares da equipe também atingiram dígitos duplos, confirmando o bom momento de seu plantel. O armador Mo Willians contribuiu com 16 pontos; o ala Delonte West fez 13 e o pivô Zydrunas Ilgauskas somou 16. Completando o quinteto titular, o brasileiro Anderson Varejão teve grande atuação, anotando 16 pontos e 11 rebotes, completando seu oitavo duplo-duplo na temporada.

Após esta vitória histórica, a equipe de Ohio já aumentou seu recorde, adicionando mais duas vitórias ao cartel, contra Minnesota Timberwolves e Dallas Mavericks.

Com o primeiro lugar da Conferência Leste praticamente garantido, afinal são cinco vitórias de vantagem para o segundo colocado, faltando menos de dez partidas para o final da temporada normal, o Cleveland segue firme em busca da melhor campanha da NBA e a conseqüente vantagem de definir os playoffs em casa até as finais.

LeBron James e Cia tem tudo para tornar essa temporada ainda mais especial e histórica, e quem sabe conquistarem o sonhado e inédito título da NBA.

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Equilíbrio à vista
Publicado por Luiz André Guazzelli Março 27 2009, 9:48 AM

Dwight Howard tem sido fundamental para a excelente campanha do Orlando Magic. Melhor pivô da NBA na atualidade, o Super-Homem, como também gosta de ser conhecido, lidera a equipe com médias superiores aos 21 pontos e 14 rebotes por partida.
NBAE/Getty Images

Jogo mais aguardado da rodada, duas equipes com campanhas quase idênticas, dois favoritos ao título. Orlando Magic e Boston Celtics acabaram confirmando as expectativas e travaram um duelo emocionante na noite desta quarta-feira.

Jogando em casa, na Amway Arena, o Orlando acabou levando a melhor, e bateu os atuais campeões da NBA por 84 a 82. Conseguiu recuperar a segunda colocação da Conferência (melhor aproveitamento) e de quebra ainda conquistou o título da Divisão Sudeste, o que lhe garante uma das quatro primeiras posições da Conferência Leste, independente da campanha.

Dwight Howard foi mais uma vez o destaque da equipe da Flórida. O pivô marcou 24 pontos e anotou incríveis 21 rebotes. Além disso, evitou o que poderia ser a vitória do Boston ao dar um toco em Paul Pierce faltando 3,8 segundos para o término da partida. Apesar da grande vitória, ficou evidenciada a falta que o armador Jameer Nelson faz ao Orlando, que em muitos momentos na partida sentiu falta de uma melhor condução de bola e armação de jogadas.

E por falar em Paul Pierce, o ala foi decisivo para o equilíbrio da partida. O Boston perdia por treze pontos quando no terceiro quarto o MVP das finais da temporada passada chamou a responsabilidade, cortando a vantagem dos donos da casa para apenas um ponto. Entretanto, os 26 pontos anotados pelo ala não foram suficientes para garantir a vitória de sua equipe.

Após um longo período de recuperação, o ala-pivô Kevin Garnett voltou ao time titular do Boston, mas foi poupado, jogando apenas 16 minutos. Reforço de última hora dos Celtics, o armador Stephon Marbury também jogou pouco, ficando apenas 6 minutos em quadra. Ainda paira muita desconfiança e incerteza quanto ao atleta, que de All-Star passou a ser descartável, reserva do reserva.

Muito provavelmente as duas equipes se encontrarão novamente nos playoffs decisivos, o que é certeza de um grande equilíbrio e partidas inesquecíveis. Quem vai levar a melhor? Difícil dizer, mas independente do vencedor, nós, torcedores e amantes do basquete, estaremos prontos para assistir este esperado confronto.

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Tarefa difícil
Publicado por Luiz André Guazzelli Março 19 2009, 9:48 AM

Leandrinho começou muito mal a temporada 2008/2009: poucos minutos em quadra e confiança bastante abalada. Com a mudança de treinador, o brasileiro voltou a ser peça importante para os Suns, que lutam para evitar uma desclassificação precoce.
NBAE/Getty Images

Faltando apenas 14 partidas para o fim da temporada normal da NBA, o Phoenix Suns ainda luta para conquistar uma vaga nos playoffs decisivos, e mais do que isso tenta evitar aquilo que seria um verdadeiro vexame. Entretanto, a tarefa parece cada vez mais complicada e ainda muito distante.

Hoje, a equipe do brasileiro Leandrinho Barbosa ocupa apenas a nona colocação na forte e disputada Conferência Oeste, com 37 vitórias e 31 derrotas (54,4% de aproveitamento) e trava uma disputa pessoal com o oitavo colocado, o Dallas Mavericks, que possui 41 vitórias e 27 derrotas (aproveitamento de 60,3%).

Além disso, a equipe do Arizona sofre com contusões e principalmente com turbulências internas que foram determinantes para a campanha irregular nesta temporada.

Os Suns não terminaram bem a temporada passada, quando foram derrotados na primeira rodada dos playoffs para o San Antonio Spurs, o que acabou acarretando na saída do técnico Mike D´Antoni. Com um novo treinador, o ex-armador Terry Porter, a equipe mudou seu estilo de jogo gerando insatisfação no elenco e resultados pouco expressivos. O resultado foi uma nova troca de comandante. Alvin Gentry assumiu a equipe, que logo mostrou recuperação.

Com a volta do antigo estilo de jogo as vitórias também voltaram. Leandrinho ganhou mais minutos em quadra, sendo novamente importante para a equipe. Sua média de pontos que era de 12,8 pontos com Porter passou a ser de 19 pontos por partida com o novo treinador. Porém, como a fase dos Suns não é nada boa mesmo, viram seu principal jogador, o ala-pivô Amar´e Soudemire abandonar a temporada devido a um problema nos olhos.

Ficou evidente que sem Stoudemire as coisas se tornariam ainda mais difíceis para o Phoenix. E um misto de desânimo e falta de capacidade resolveu tomar conta. A equipe hoje é obrigada a depender do veterano Shaquille O´Neal que mesmo fazendo uma temporada surpreendente não consegue mais levar um time nas costas. Steve Nash também não tem sido tão regular como gostaria e o banco de reservas mostra-se ineficiente e pouco produtivo.

Para piorar seus principais adversários – Dallas, Portland, Houston, Utah, New Orleans e Denver – vem mantendo o ritmo de vitórias, tendo boas atuações e não permitindo uma real aproximação dos Suns, que, em tese, não poderia mais perder no campeonato. Com isso, a vaga aos playoffs torna-se cada dia mais difícil, ainda que não impossível.

O que podemos garantir é que uma possível ausência da equipe na fase final da NBA trará conseqüências pesadas para a franquia que deverá reformular o elenco para a próxima temporada. Dificilmente O´Neal permanecerá. Stoudemire já demonstrou vontade de mudar de ares e Steve Nash sonha com a possibilidade de voltar ao seu país, o Canadá, e defender o Toronto Raptors. É esperar para ver!

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Lakers garantem vaga nos playoffs
Publicado por Luiz André Guazzelli Março 16 2009, 9:48 AM

Terceiro cestinha do campeonato com média de 28 pontos por partida, Kobe Bryant lidera os Lakers em busca da melhor campanha da temporada, o que pode significar decidir o título em seus domínios.
NBAE/Getty Images

Depois de Cleveland Cavaliers, Boston Celtics e Orlando Magic pela Conferência Leste, o Los Angeles Lakers acaba de tornar-se a primeira equipe da Conferência Oeste garantida nos playoffs da NBA. A classificação antecipada ocorreu na noite desta quinta-feira quando a equipe da Califórnia venceu o San Antonio Spurs por 102 a 95.

Esta foi a 52ª vitória da equipe comandada por Phil Jackson em 65 partidas disputadas até agora. Com 80% de aproveitamento, os Lakers continuam donos da melhor campanha desta temporada 2008/2009. Apresentando um basquetebol sólido em todos os setores e contando com um Kobe Bryant cada dia mais inspirado e decisivo, os californianos seguem a passos largos para garantir a primeira colocação de uma conferência extremamente equilibrada.

O Los Angeles Lakers possui hoje nove vitórias a mais do que o San Antonio Spurs, atual segundo colocado da Conferência Oeste, e é a partir daí que a briga por posições na tabela ganha contornos dramáticos, onde uma derrota pode derrubar uma equipe e acabar com o sonho de decidir uma rodada de playoff em seus domínios.

Com 43 vitórias, os Spurs tem na sua cola o Houston Rockets que tem 42 vitórias. Com uma vitória a menos se encontram Utah Jazz, quarto colocado, e Denver Nuggets, sétimo (a equipe de Nenê possui mais derrotas que Utah, New Orleans e Portland). New Orleans Hornets e Portland Trail Blazers possuem 40 vitórias, assumindo a quinta e sexta colocações respectivamente. O Dallas Mavericks fecha o grupo dos oito primeiros classificados com as mesmas 40 vitórias, porém com uma derrota a mais do que Hornets e Blazers. Outrora favorito a uma vaga, o Phoenix Suns está apenas na nona colocação com seis vitórias a menos que o Dallas.

Ou seja, o equilíbrio é enorme, e muitas mudanças ainda devem ocorrer na classificação até o final da temporada regular. Isso só vem confirmar o mérito dos Lakers que conseguiram destaque em uma conferência extremamente bem disputada. Uma vaga antecipada mais do que merecida.

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Playoffs: Cavs já estão lá!
Publicado por Luiz André Guazzelli Março 6 2009, 9:48 AM

Em busca do primeiro lugar da Conferência Leste, o Boston Celtics anunciou a contratação do experiente armador Stephon Marbury. Marbury estava em litígio no New York Knicks e chega para tentar ajudar os Celtics na disputa pelo bicampeonato da NBA
NBAE/Getty Images

O Cleveland Cavaliers do brasileiro Anderson Varejão é a primeira equipe classificada para os playoffs da NBA. Os Cavs garantiram a classificação na última quarta-feira com uma vitória tranqüila em casa sobre o Milwaukee Bucks por 91 a 73.

A vaga antecipada vem coroar a grande campanha do time de LeBron James, que lidera a Conferência Leste com 48 vitórias e apenas 12 derrotas, o que significa um aproveitamento de 80%.

Garantidos nos playoffs, o objetivo dos Cavs agora é assegurar a primeira colocação o que lhes dará a importante vantagem do mando de quadra até as finais da Conferência.

Entretanto, esta não será uma tarefa fácil, afinal o atual campeão, Boston Celtics, segue na cola da equipe de Varejão, com mesmo número de vitórias e apenas duas derrotas a mais de diferença. Só por curiosidade, se o campeonato terminasse hoje o Cleveland teria como adversário na primeira rodada dos playoffs o mesmo Milwaukee Bucks.

A disputa promete ser acirrada até o final e, por isso, as duas franquias trataram de se reforçar. Enquanto o Cleveland contratou o veterano ala Joe Smith para compensar a perda do pivô Ben Wallace, que deverá ficar ausente por pelo menos um mês, o Boston se reforçou com o polêmico armador Stephon Marbury e com o ala Mikki Moore. Resta saber se o veterano armador chega com vontade de contribuir com a equipe ou se vem para desestabilizar o atual campeão. Afinal, Marbury não será titular e terá que buscar um espaço que hoje é do jovem Rajon Rondo, por direito.

Outras Notícias

- Também já pensando nos playoffs, o San Antonio Spurs anunciou a contratação do ala-pivô Drew Gooden. Gooden rescindiu contrato com o Sacramento Kings no início deste mês e em 32 partidas disputadas nessa temporada alcançou média de 13,1 pontos.

- O ala-pivô Amar´e Stoudemire, grande destaque do Phoenix Suns, está definitivamente fora desta temporada, após passar por uma cirurgia para correção de um deslocamento na retina. Desfalque de peso para o Suns que vê a cada dia a vaga aos playoffs mais distante.

- Allen Iverson desfalcará o Detroit Pistons por pelo menos duas semanas, devido a uma lesão nas costas. Ironicamente ou não, o rendimento da equipe melhorou após a saída do armador, que vinha tendo suas atuações bastante criticadas pelos torcedores e, até mesmo, por antigos astros dos Pistons, como o ex-pivô Bill Laimbeer.

- O Miami Heat divulgou nesta semana que irá aposentar a camisa número 33 de Alonzo Mourning no próximo dia 30. Mourning será o primeiro jogador do Miami Heat a ter uma camisa aposentada pela franquia. Uma justa homenagem a um dos melhores pivôs da história recente da liga. Um guerreiro dentro e foras das quadras.

Contato do Luiz André Guazzelli: guazza@gmail.com


Contusões e mais contusões...
Publicado por Luiz André Guazzelli Fevereiro 27 2009, 9:48 AM

Principal jogador do Phoenix Suns, Amar´e Stoudemire deve desfalcar a equipe por oito semanas, colocando em risco a classificação dos Suns para os playoffs da NBA.
NBAE/Getty Images

A temporada 2008/2009 da NBA começa a chegar perto do momento de decisão, onde toda vitória é importante na busca de uma vaga nos playoffs, ou uma melhor classificação que possa significar vantagem nos confrontos finais. E é nesta hora que uma contusão pode atrapalhar os planos e os sonhos de uma equipe e até mesmo por um fim prematuro a uma temporada.

E basicamente é isso que tem ocorrido nos últimos dias. Algumas estrelas já deram adeus a esta temporada, casos de Tracy McGrady, Jameer Nelson e Michael Redd. Outros como Amar´e Stoudemire ainda tentam se recuperar a tempo de disputar os playoffs. E ainda há aqueles como Nenê, Kevin Garnett, Manu Ginobili, Jason Terry, Ben Wallace e Chris Bosh, que devem desfalcar suas equipes só por algumas semanas. Independente do tempo de ausência, esta certamente incorrerá em prejuízos incalculáveis para seus respectivos times.

Principal responsável pela armação das jogadas do Orlando Magic, Jameer Nelson vinha fazendo a melhor temporada de sua vida, contribuindo decisivamente para a excelente campanha da equipe da Flórida, até que sofreu uma grave contusão no ombro na véspera de disputar seu primeiro All-Star Game. Sem Nelson, o Orlando tratou de contratar Rafer Alston, ex-armador do Houston Rockets para seu lugar. Infelizmente, Nelson fará muita falta ao Magic que dificilmente deixará de sentir o “baque” por esta lamentável perda.

Por falar nos Rockets, a equipe, assim como o Orlando, foi bastante afetada pelas contusões e também perdeu um de seus líderes. Tracy McGrady vinha recuperando seu melhor jogo e voltando a ser decisivo, entretanto, mais uma vez é obrigado a torcer pelos companheiros no banco de reservas, agora devido a uma grave contusão no joelho. Uma pena, pois as seguidas contusões têm prejudicado a carreira de um dos jogadores mais habilidosos da liga. Sem T-Mac o Houston perde muito seu brilho, tornando-se uma equipe mais fácil de ser batida.

Outra equipe que já experimenta os problemas de perder um jogador importante é o Phoenix Suns. Sem Amar´e Stoudemire que deve ficar oito semanas fora devido a uma cirurgia na retina, o Suns vê a classificação para os playoffs se complicar. Atual nono colocado na Conferência Oeste, o Phoenix do brasileiro Leandrinho precisará encontrar rapidamente uma fórmula para vencer sem seu principal cestinha. Tarefa ingrata para a equipe do Arizona, que corre sério risco de ficar fora da fase final da NBA, o que convenhamos seria um grande vexame.

De Volta

Enquanto uns ficam de molho outros retornam ao batente. Após perder 46 jogos o ala-pivô Carlos Boozer está de volta ao Utah Jazz. Reforço considerável para que o Jazz possa repetir a grande campanha da temporada passada. Outro All-Star que retorna é Carmelo Anthony. Após desfalcar o Denver Nuggets por um longo período, Melo voltou com tudo, mantendo sua média de quase 22 pontos por partida. Alívio para a equipe de Nenê, que poderá surpreender nos playoffs.

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Últimas Mudanças
Publicado por Luiz André Guazzelli Fevereiro 19 2009, 9:48 AM

Buscando o sonhado título da NBA, Vince Carter pode nas próximas horas deixar o New Jersey Nets. San Antonio Spurs e Portland Trail Blazers surgem como os principais interessados no ala que tem médias superiores a 20 pontos por partida nesta temporada.
NBAE/Getty Images

Além de servir como um último momento de descontração para os jogadores, o final de semana do All-Star Game funciona como um período decisivo para as equipes se acertarem visando os playoffs e o final da temporada.

Desta forma, algumas franquias repensam suas estratégias e fazem novos planejamentos a longo prazo, enquanto outras dão uma espécie de cartada decisiva a curtíssimo prazo, trocando jogadores em busca de resultados imediatos.

A poucas horas do prazo final para mudanças nos elencos, algumas equipes já anunciaram novidades. A principal transação envolveu Miami Heat e Toronto Raptors. A equipe canadense enviou o ala-armador Jamario Moon e o pivô Jermaine O´Neal para Miami em troca do armador Marcus Banks e do ala Shawn Marion.

A coincidência dessa troca é que apesar de se tratar de dois All-Stars (ou seriam ex?), tanto Marion quanto O´Neal vêm de uma temporada bastante irregular. O rendimento de Marion caiu muito desde sua saída do Phoenix Suns no ano passado. E, convenhamos, dificilmente acharia seu jogo em Miami, que concentra grande parte das ações em Dwyane Wade. Em Toronto, Marion poderá ter novamente a responsabilidade de pontuar, e assim retomar sua carreira.

Por sua vez, O´Neal foi, no início desta temporada, para um promissor Toronto Raptors, onde faria grande dupla com Chris Bosh. Entretanto, sofreu com contusões, perdendo várias partidas. Se recuperar sua melhor forma física, O´Neal poderá ajudar bastante a equipe da Flórida nos playoffs. Definitivamente, o Miami ganha uma importante força dentro do garrafão. Ponto fraco da equipe desde a saída de Shaquille O´Neal.

Outras Movimentações

Além da troca citada outras já começam a pintar na NBA. O pivô Tyson Chandler trocou o New Orleans Hornets pelo Oklahoma City Thunder, que recebeu o veterano ala Joe Smith e o ala-pivô Chris Wilcox. Uma troca estranha cujo intuito deve ser apenas o de contenção de despesas por parte dos Hornets para a próxima temporada. E um retrocesso para a carreira de Chandler que deixa uma das principais equipes da Conferência Oeste para jogar em uma das piores da NBA.

Rumores

A agitação do mercado neste período acaba incentivando muitos rumores. Os principais estão relacionados às estrelas Amar´e Stoudemire e Vince Carter. Insatisfeito, Stoudemire poderia trocar o Phoenix Suns ainda nesta temporada. Entretanto, após a demissão do técnico Terry Potter, o pivô já estaria repensando. Já o habilidoso ala Vince Carter, em busca de um título de NBA, poderia trocar o New Jersey Nets pelo San Antonio Spurs ou pelo Portalnd Trail Blazers. Seria uma cartada mais do que decisiva para os Spurs, que assim poderiam estragar os planos de Kobe Bryant e seu Los Angeles Lakers.

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Adeus Invencibilidade
Publicado por Luiz André Guazzelli Fevereiro 9 2009, 9:48 AM

Lamar Odom foi o principal responsável pelo fim da invencibilidade dos Cavs em casa. O ala dos Lakers desequilibrou, anotando 28 pontos em sua melhor atuação nesta temporada.
NBAE/Getty Images

Após 23 vitórias seguidas em casa, o Cleveland Cavaliers conheceu sua primeira derrota na Quicken Loans Arena nesta temporada. A façanha de bater os Cavs em seus domínios foi obtida, neste domingo, pela equipe de melhor campanha da NBA, o Los Angeles Lakers. A equipe da Califórnia venceu o líder da Conferência Leste por 101 a 91.

O confronto mais esperado das últimas semanas, envolvendo dois sérios candidatos ao título, foi marcado pelas atuações irregulares de seus principais astros e favoritos ao prêmio de MVP (jogador mais valioso) da temporada, Kobe Bryant e LeBron James. Bastante gripado, Kobe atuou por 34 minutos e somou “apenas” 19 pontos na partida, enquanto James ficou bem aquém de sua média de mais de 28 pontos por jogo, anotando 16 para os Cavs.

Entretanto, um jogador foi fundamental para o triunfo dos Lakers: Lamar Odom. Titular devido à contusão do pivô Andrew Bynum, Odom desequilibrou, marcando 28 pontos e incríveis 17 rebotes. O ex-jogador do Miami fez sua melhor partida nesta temporada, superando em muito sua média de 10 pontos por jogo. O pivô espanhol, Pau Gasol, também contribuiu para a vitória, ao conquistar 18 pontos e 12 rebotes.

Já pelo lado dos donos da casa, o pivô Zydrunas Ilgauskas foi o principal pontuador, com 22 pontos, seguido pelo armador Mo Willians com 19. O brasileiro Anderson Varejão atuou por 26 minutos, marcando 6 pontos e pegando 9 rebotes. Apesar do revés, o Cleveland foi beneficiado pela derrota do Boston Celtics para o San Antonio Spurs, e desta forma, segue líder da Conferência Leste com 39 vitórias e 10 derrotas.

Esta partida evidenciou a grande dependência que os Cavs tem de seu astro, LeBron James. Sem contar com seu costumeiro brilho, principalmente no ataque, a equipe de Ohio torna-se mais fácil de ser enfrentada e batida. Por sua vez, os Lakers comprovam ser os favoritos ao anel deste ano. Após encerrar duas grandes seqüências de vitórias do Boston Celtics nesta temporada, agora acabam com a alegria caseira dos Cavs, reassumindo a liderança isolada da NBA com 41 vitórias e 9 derrotas. Olho neles!

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Fora de Combate
Publicado por Luiz André Guazzelli Janeiro 28 2009, 9:48 AM

Michael Redd fez parte to chamado "Redeem Team" que reconquistou no ano passado, na China, a tão sonhada Medalha de Ouro Olímpica.
NBAE/Getty Images
No início desta semana o Milwaukee Bucks recebeu a pior notícia possível. Seu principal jogador, o talentoso ala-armador Michael Redd, está definitivamente fora da temporada 2008/2009 da NBA.

Redd sofreu uma grave lesão nos ligamentos do joelho esquerdo na vitória de seu time contra o Sacramento Kings, no último sábado, e terá que passar por uma delicada cirurgia. Vale lembrar que o atleta já havia perdido 14 partidas no início desta temporada devido a problemas no tornozelo.

Perda mais do que irreparável para os Bucks. Mesmo sem um ritmo de jogo perfeito, o ala-armador era o cestinha da equipe com média de 21,2 pontos por partida. Além disso, o ex-jogador de Ohio State vinha acumulando destacadas atuações neste mês de Janeiro, quando chegou a alcançar percentual superior aos 51% de aproveitamento nos arremessos de quadra.

Com a contusão de Redd, o Milwaukee Bucks vê uma possível classificação para os playoffs ficar bastante ameaçada. Atualmente, a equipe ocupa a oitava colocação na Conferência Leste, com 22 vitórias e 26 derrotas, apenas duas vitórias a mais que o nono colocado, o New Jersey Nets.

Dificilmente os Bucks conseguirão superar a ausência de Redd. Se perder um titular já é muito complicado para uma equipe, imagine então quando se trata de um dos melhores arremessadores da liga. Problemas... muitos problemas à vista para o técnico Scott Skiles.

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All-Star Game: Phil Jackson Garantido!
Publicado por Luiz André Guazzelli Janeiro 23 2009, 9:48 AM

Certamente, Kobe Bryant estará entre os comandados do técnico Phil Jackson no Jogo das Estrelas deste ano. Juntos já conquistaram três títulos da NBA pelo Los Angeles Lakers. Uma dupla de sucesso a serviço da Conferência Oeste.
NBAE/Getty Images

Nesta semana foi confirmado o primeiro nome para o sempre aguardado All-Star Game da NBA. Phil Jackson, técnico dos Los Angeles Lakers, será o treinador das estrelas da Conferência Oeste. Jackson garantiu o posto nesta quarta-feira, na vitória dos Lakers sobre o Los Angeles Clippers por 108 a 97.

Esta será a quarta vez que o ex-treinador do Chicago Bulls orientará uma equipe na principal festa do basquete profissional norte-americano. As anteriores foram em 1992 e 1996, enquanto técnico dos Bulls e em 2000, já como comandante dos Lakers.

Com 18 anos de NBA, Jackson já faz parte da lista dos melhores e mais vitoriosos treinadores da história do basquete mundial. Ao lado do ex-técnico do Boston Celtics, Red Auerbach, detém o recorde de nove títulos de NBA, sendo seis com os Bulls, de Michael Jordan, e três com os Lakers, de Kobe Bryant.

O “Mestre Zen” ainda possui outras expressivas marcas em seu vasto currículo. É o treinador com maior número de vitórias em playoffs, 193. E na atual temporada tornou-se o sexto técnico a conquistar mil vitórias na carreira. Entretanto, Jackson foi o que precisou de menos partidas para obter tal façanha. Foram necessárias apenas 1423 para chegar ao recorde, superando a antiga marca que era do ex-treinador dos Lakers e do Miami Heat, Pat Riley, com mil vitórias em 1434 jogos.

Com um currículo desses podemos garantir que a Conferência Oeste estará entregue em boas mãos. Nesta sexta-feira serão anunciados os quintetos titulares de casa Conferência. Só para lembrar o Jogo das Estrelas acontecerá no próximo dia 15 de fevereiro em Phoenix. Não percam!

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Surpreendendo
Publicado por Luiz André Guazzelli Janeiro 16 2009, 4:38 PM

A equipe do Orlando Magic tenta neste ano repetir o único título de Conferência, obtido em 1995, quando ainda possuía a saudosa dupla Shaquille O´Neal e Penny Hardaway.
NBAE/Getty Images

Definitivamente o Orlando Magic é a grande surpresa desta temporada na NBA. Melhor visitante com 15 vitórias em 20 partidas fora de seus domínios, a equipe da Flórida é o atual vice-líder da Conferência Leste com 31 vitórias e 8 derrotas, na frente do campeão Boston Celtics.

E além da grande campanha tem conseguido até superar recordes. Nesta semana, por exemplo, estabeleceu o maior número de cestas de três pontos em uma partida da NBA. Foram 23 acertos em 37 tentativas (um aproveitamento de 62%), na vitória, fora de casa, por 139 a 107 sobre o Sacramento Kings. O recorde anterior era de 21 cestas, obtido em Março de 2005 pelo Philadelphia 76ers.

Esta marca impressionante é reflexo do estilo de jogo empregado pelo técnico Stan Van Gundy, aliado a algumas peças-chave existentes no elenco. Afinal, o excelente pivô Dwight Howard atrai marcações várias vezes dobradas, deixando livres bons arremessadores como os alas Rashard Lewis e Hedo Turkoglu, e o armador, Jameer Nelson.

Dwight Howard, por sinal, tem feito uma temporada irrepreensível até agora. Dominante e agressivo no garrafão, o pivô lidera a equipe com médias superiores aos 20 pontos e 13 rebotes por partida. Lewis com 19,1 pontos por jogo; Turkoglu com 16,9 e Nelson com 16,4, contribuem para o sucesso da equipe.

Sonhar com o título da Conferência Leste pode soar um pouco precipitado ou pretensioso, até porque, Boston Celtics e Cleveland Cavaliers continuam favoritos. Entretanto, o Orlando Magic pode atrapalhar bastante as duas equipes, e quem sabe chegar na final de sua Conferência. Tudo depende da manutenção da boa fase e do bom jogo da equipe.

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Queda Livre
Publicado por Luiz André Guazzelli Janeiro 8 2009, 11:48 AM

Equipe a ser batida nesta temporada, o Boston precisará muito do talento de seu trio de ouro: Ray Allen, Paul Pierce e Kevin Garnett, se quiser repetir o título do ano passado.
NBAE/Getty Images

Todos sabem da dificuldade que é manter por muito tempo uma seqüência de vitórias ou um alto padrão de jogo na NBA. Os atuais campeões, Boston Celtics, até conseguiram por certo tempo, mas sua atual fase não é nada boa.

Depois de um início de campeonato arrasador onde estabeleceu a melhor marca da liga nesta temporada e na história da franquia com uma série de 19 vitórias, o Boston acaba de sofrer sua terceira derrota seguida. Só para ter uma idéia, do Natal até agora foram seis derrotas e apenas duas vitórias. E para piorar, perdeu a liderança da Conferência Leste para o Cleveland Cavaliers, do brasileiro Anderson Varejão; e ainda vê o Orlando Magic na sua cola, com apenas uma vitória de diferença.

Explicações para a queda de produção parecem difíceis. Alguns podem citar um cansaço da equipe; outros vão dizer da idade avançada de seus principais jogadores, especialmente Ray Allen e Kevin Garnett. Até sobre uma possível queda de produção de Paul Pierce vão falar.

Entretanto, para o técnico Doc Rivers houve uma perda da concentração e da intensidade demonstrada há algumas semanas. “É necessário corrigir, principalmente, a atitude em quadra e a pontaria dos jogadores nos chutes de três pontos”, afirmou o treinador.

Independente das razões ou dos “achômetros” o mau rendimento dos Celtics é evidente e ao mesmo tempo natural, devido ao ritmo intenso da competição e do alto nível das equipes. Além disso, vale lembrar que sempre existe aquela imensa vontade de “tirar uma casquinha” do atual campeão, o que promove uma clara superação por parte dos adversários.

Cabe ao Boston mostrar uma rápida recuperação e provar que continua sério candidato ao bicampeonato da NBA. Uma grande oportunidade para isso ocorrerá nesta sexta-feira (09/01), quando os Celtics medirão forças com o novo líder, e time de melhor aproveitamento da liga, o Cleveland Cavaliers. Vale à pena assistir!

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Entrando Nos Eixos
Publicado por Luiz André Guazzelli Janeiro 6 2009, 12:00 PM

Com os retornos de Parker e Ginobili, e o desempenho sempre acima da média de Duncan, os Spurs voltam a figurar entre os favoritos ao título da NBA
NBAE/Getty Images

Os holofotes parecem estar totalmente voltados para Los Angeles Lakers e Boston Celtics nesta temporada da NBA. Afinal, são os atuais líderes de suas respectivas conferências, decidiram a temporada passada e podem, de fato, repetir a dose neste ano. Porém, algumas equipes prometem atrapalhar os sonhos da dupla. E, definitivamente, o San Antonio Spurs é uma delas.

O início da temporada 2008/2009 não foi nada bom para o San Antonio Spurs: seis derrotas em oito partidas, contusões e críticas... Muitas críticas!

Entretanto, as coisas já estão voltando ao seu devido lugar pelos lados do Texas. Afinal de contas, os Spurs já lideram a Divisão Sudoeste e se encontram na segunda colocação da Conferência Oeste com 23 vitórias e 11 derrotas, atrás apenas do Los Angeles Lakers.

A recuperação da equipe está diretamente ligada aos retornos de Tony Parker e Manu Ginobili. Parker, principal cestinha dos Spurs na temporada com 21 pontos de média por partida; e Ginobili, com 14,4, estiveram ausentes da equipe em grande parte do início da temporada devido a sérias contusões.

Além disso, os texanos continuam tendo em Tim Duncan seu grande fator de desequilíbrio. Dominante como sempre, o ala-pivô mantém médias superiores a 20 pontos por partida, e já lidera as votações em sua posição para o All-Star Game deste ano.

Outro fator a ser comentado foi o “surgimento forçado” de alguns jogadores que foram lançados na equipe devido às diversas contusões no elenco. Casos específicos de Roger Mason e George Hill que progrediram bastante, tornando-se peças importantes para o técnico Gregg Popovich. Até o contestado pivô Matt Bonner vem evoluindo nas últimas rodadas, contribuindo para o sucesso da equipe.

Equipe decadente, velha? Que nada! Os Spurs ainda vão dar muito trabalho, como de costume. Podem esperar...

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"Mano" a "Mano"
Publicado por Luiz André Guazzelli Dezembro 24 2008, 6:00 PM

"Vice-campeões na temporada passada, Pau Gasol e Kobe Bryant formam uma das melhores duplas da liga, o que certamente credencia os Lakers a sonhar, outra vez, com uma final de NBA".
NBAE/Getty Images

Os irmãos Pau e Marc Gasol fizeram história na última segunda-feira, dia 22 de Dezembro. Os pivôs espanhóis foram os primeiros irmãos estrangeiros a se enfrentarem na NBA.

Pau, o mais velho, saiu vencedor deste inédito confronto. Sua equipe, o Los Angeles Lakers venceu fora de casa o Memphis Grizzlies de Marc por 105 a 96. Além disso, Pau obteve melhor aproveitamento, anotando 15 pontos. Por sua vez, Marc terminou a partida com 8 pontos. O resultado refletiu o diferente momento das equipes e dos próprios atletas.

Com médias de 17,5 pontos e 9,3 rebotes por partida, Pau, em sua oitava temporada na NBA, vem contribuindo bastante para a excelente campanha da equipe da Califórnia, que agora possui 23 vitórias e 5 derrotas. Marc em sua primeira temporada como profissional, tem conseguido algumas boas atuações e bastante tempo de quadra, afinal sua equipe não é das mais fortes. Suas médias são de 10,8 pontos e 6,8 rebotes por jogo. Muito boas para um novato. O Memphis venceu apenas nove partidas até agora, perdendo outras 19.

Aliado ao fato histórico, outras coincidências marcaram o duelo espanhol. Pau voltou a enfrentar a equipe onde iniciou sua carreira, e Marc enfrentou pela primeira vez a equipe que o “draftou” em 2007. Vale lembrar que houve praticamente uma troca entre irmãos, afinal na aquisição de Pau, os Lakers acabaram cedendo os direitos sobre Marc ao Memphis.

Independente da experiência de cada jogador é inegável o talento de ambos, o que os tornam peças mais do que importantes em suas respectivas equipes. É a força do basquetebol espanhol e da família Gasol a serviço do melhor basquete do mundo.

Irmãos na NBA

A presença de irmãos na NBA não é algo incomum ou esporádica. Além dos irmãos Gasol hoje a liga possui outras duas duplas de irmãos. Brook Lopez atua no New Jersey Nets, enquanto seu irmão Robin joga pelo Phoenix Suns. O pivô Jason Collins está no Minnesota Timberwolves, já seu irmão Jarron defende o Utah Jazz. Detalhe: tanto os irmãos Lopez quanto os Collins são gêmeos.

Remetendo-se ao passado podemos lembrar diversos irmãos famosos: os Wilkins (Dominique e Gerald); os Gervin (George e Derrick), os Paxson (Jim e John), os Grant (Horace e Harvey); os Barry (Brent e Jon); os Price (Mark e Brent), dentre outros.

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Tempos difíceis
Publicado por Luiz André Guazzelli Dezembro 18 2008, 6:00 PM

Kevin Garnett e Latrell Sprewell tiveram papel decisivo na excelente campanha de 2004. Melhor equipe da Conferência Oeste, os Wolves só foram parados pelos Lakers na final da Conferência. Mesmo sem o título, Garnett ainda acabou eleito o melhor jogador da temporada 2003/2004.
NBAE/Getty Images

A temporada 2008/2009 não tem sido nada fácil para alguns times. Equipes que antigamente possuíam algum prestígio, hoje realizam campanhas desastrosas, envergonhando seus fanáticos torcedores. O Minnesota Timberwolves é um desses casos. Atualmente, a equipe possui apenas 4 vitórias e 20 derrotas, ocupando a penúltima colocação da Conferência Oeste. Na frente apenas do estreante Oklahoma City Thunder.

Para tentar melhorar um pouco esse handicap, a franquia demitiu recentemente o treinador Randy Wittman e efetivou como novo técnico o ex-jogador do Boston Celtics, Kevin McHale, que era, até então, o vice-presidente de operações dos Wolves, ou seja, responsável direto pela formação do atual elenco. Elenco esse, que parece carecer de bons talentos. Atualmente apenas um jogador da equipe possui média de pontos superior aos vinte por partida: o bom ala-pivô Al Jefferson, com 21,5. Randy Foye com 14 pontos e Mike Miller com 11,5 são os outros destaques.

O grupo de jogadores de Minnesota poderia ser bem melhor neste ano. McHale, logo após o Draft, negociou o ala O.J. Mayo com o Memphis Grizzlies em troca do também novato Kevin Love. Resultado: Hoje, Mayo é o principal cestinha entre os novatos da temporada com média de 21 pontos por partida, enquanto Love possui pouco mais de 9 pontos por jogo. Vale lembrar que em 2006, o Minnesota utilizou artifício semelhante ao negociar o rookie Brandon Roy com o Portland, recebendo Randy Foye como troca. Por ironia do destino, Roy acabou ganhando o prêmio de melhor novato daquela temporada.

Tomara que o ex-pivô dos Celtics consiga ser melhor técnico do que foi como dirigente, e desta forma ajude a recuperar o prestígio da equipe. Afinal, desde 2004 os Wolves não sabem o que é disputar um playoff. Bons tempos em que Sam Cassell, Latrell Sprewell e Kevin Garnett eram temidos e respeitados por todas as equipes da NBA, e os torcedores viviam o sonho de um título. Realidade bastante diferente da atual.

“Dança dos Técnicos”

Randy Wittman foi o quarto técnico a perder o emprego na NBA nesta temporada, após ter conquistado apenas 4 vitórias em 19 partidas. Antes dele, Eddie Jordan, Sam Mitchell e PJ Carlesimo já haviam perdido o cargo. Jordan conduziu o Washington Wizards a dez derrotas e apenas uma vitória. Mitchell obteve oito vitórias e nove derrotas com o Toronto Raptors. Por sua vez, Carlesimo sofreu 12 derrotas nas primeiras treze partidas do Oklahoma City Thunder na NBA. Definitivamente, não é só no futebol brasileiro que a troca de técnicos é moda.

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Oeste de opostos
Publicado por Luiz André Guazzelli Dezembro 2 2008, 6:00 PM

Kevin Durant é a grande esperança da torcida de Oklahoma. O armador foi eleito o melhor calouro da temporada passada. Jogando pelo extinto Seattle SuperSonics, Durant teve média de 20,3 pontos por partida
NBAE/Getty Images

A temporada 2008/2009 da NBA já começa a apresentar alguns opostos. Grande exemplo disso se encontra na Conferência Oeste. Enquanto algumas equipes demonstram força e incríveis seqüências de vitórias, outras se assumem como verdadeiros “sacos de pancadas”. Exemplo mais palpável para este fato está na dupla Los Angeles Lakers / Oklahoma City Thunder.

Atual vice-campeão da NBA, os Lakers são até agora (1º de dezembro) a melhor equipe da competição. Com apenas uma derrota em 15 partidas (93,3% de aproveitamento), o time californiano surge como grande favorito da Conferência Oeste. Claro, ainda é muito cedo para prognósticos, mas a dupla Kobe Bryant / Pau Gasol tem tudo para repetir a performance da temporada passada, e quem sabe até conquistar o título da NBA.

Como de costume, Kobe vem liderando o time em pontos (24,4) e em assistências (4,2). Entretanto, vem sendo bastante assessorado, não só por Gasol, que possui médias de 16,9 pontos e 9 rebotes, mas por Andrew Bynum, com 12,4 pontos e 9,1 rebotes. Além disso, Lamar Odon, Derek Fisher, Jordan Farmar e Trevor Ariza possuem médias girando em torno dos 10 pontos por partida.

Apesar de algumas críticas, inclusive autocríticas, relacionadas à defesa, os Lakers têm conseguido manter um altíssimo padrão de jogo, que, inclusive, parece melhorar jogo a jogo. Por enquanto, a superioridade dos Lakers é incontestável na conferência. Portland, Denver e New Orleans que se alternam, até o momento, na segunda colocação já possuem seis derrotas cada. Por sua vez, o sempre temido San Antonio vem oscilando bastante, com sete derrotas em dezesseis partidas.

Já no outro extremo da tabela encontramos o Oklahoma City Thunder. Pior time da temporada e verdadeira alegria dos adversários, a mais nova franquia da NBA vem tendo um ano difícil. Apenas duas vitórias em dezoito jogos (11,1% de aproveitamento) e muita turbulência. A equipe caloura já trocou de técnico e continua pagando o preço por ter uma equipe inexperiente e de qualidade bastante questionável. Exceção feita ao ótimo armador Kevin Durant, que lidera o time com média superior a 22 pontos por jogo. Desmond Mason que poderia contribuir bastante com o time vem sofrendo com contusões e pouco jogou nesta temporada.

Enquanto a torcida dos Lakers sonha com mais um título, os torcedores do Thunder rezam para que a nova equipe não fique marcada negativamente na história da NBA. Vale lembrar, que a pior campanha de estréia de uma franquia foi na temporada 1988/1989, quando o Miami Heat obteve 15 vitórias e 67 derrotas. Já a pior campanha da história ocorreu na temporada 1972/1973, quando o Philadelphia 76ers conquistou apenas 9 vitórias em 82 partidas. Triste antagonismo.

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Fazendo história
Publicado por Luiz André Guazzelli Novembro 25 2008, 6:00 PM

Após o bronze de 2004, LeBron conquistou nesse ano a medalha de ouro olímpica em Pequim. Foi um dos destaques do U.S. Team com médias de 18,1 pontos e 4,7 assistências por partida.
NBAE/Getty Images

LeBron James acaba de adicionar mais um grande feito ao seu currículo. O astro do Cleveland Cavaliers tornou-se na última semana o jogador mais jovem a atingir a marca dos 11 mil pontos na NBA, ao marcar 31 pontos na vitória de sua equipe contra o New Jersey Nets. LeBron estabeleceu o novo recorde aos 23 anos e 323 dias de idade, derrubando o anterior que era de Kobe Bryant, dos Lakers, com 25 anos e 99 dias.

O versátil ala-armador chegou na NBA na temporada 2003/2004. E assim como Kobe Bryant veio diretamente da High School, sem passar pelo basquete universitário. Entretanto, enquanto o jogador dos Lakers foi a décima terceira escolha do Draft, o jogador dos Cavs foi o primeiro selecionado. LeBron chegou na liga bastante pressionado. Enquanto uns diziam que seria o novo Michael Jordan, outros comparavam suas habilidades às de Magic Johnson ou Oscar Robertson. Capas de revistas o chamavam de “O Escolhido”.

Com personalidade e talento de sobra, o jovem atleta foi logo mostrando serviço. Terminou a temporada de estréia com média de 20,9 pontos por partida e, para completar, foi escolhido o Novato do Ano. No mesmo ano, disputou sua primeira Olimpíada. Mesmo com pouco tempo de quadra, ajudou a conquistar a medalha de bronze, um grande fracasso para o basquete norte-americano.

Depois disso, sua evolução foi assustadora. Melhorou em todos os fundamentos, transformando o Cleveland em uma equipe respeitada, e de presença constante nos playoffs. Na temporada passada, LeBron foi o cestinha da NBA com média de 30 pontos, levando os Cavs à semifinal da Conferência Leste, onde foram derrotados na sétima e decisiva partida pelo atual campeão Boston Celtics.

Na atual temporada, LeBron já começa a dar suas cartas. Além de bater o recorde de jogador mais jovem a superar 11mil pontos, é o atual cestinha do campeonato com médias superiores a 29 pontos por jogo. Entretanto, uma grande preocupação começa a assolar a mente dos torcedores de Cleveland. Sua grande estrela será um agente livre em 2010, podendo assim negociar com outras equipes. E por causa disso, alguns times já se preparam para ter LeBron. O New York Knicks, por exemplo, já negociou seus dois principais atletas, Zach Randolph e Jamal Crawford, diminuindo sua folha salarial. Ou seja, NY fará sim uma proposta pesada para ter o All-Star.

Independente do futuro de LeBron, uma coisa é inegável: o ala de 23 anos é, sem dúvida alguma, um dos melhores jogadores da liga ao lado de Kobe Bryant (olha ele aí de novo). Talvez em um patamar um pouco inferior devido aos títulos de Kobe. Mas certamente ainda veremos LeBron James bater recordes e aumentar seu currículo. E quem sabe, conquistar os títulos necessários para se tornar o melhor jogador da NBA.

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Shaq ainda ataca
Publicado por Luiz André Guazzelli Novembro 18 2008, 6:00 PM

Em sua primeira temporada como profissional, Shaq obteve números nada modestos: 23,4 pontos e 13,9 rebotes em média por partida. O pivô logo se transformou em um dos maiores ídolos da história da NBA.
NBAE/Getty Images
O super pivô Shaquille O´Neal acaba de entrar para o seleto grupo dos dez maiores pontuadores da história da NBA. A façanha ocorreu no último dia 12 de Novembro, quando o astro anotou 18 pontos na derrota de sua equipe, o Phoenix Suns, para o Houston Rockets, por 94 a 82. Shaq ultrapassou o lendário armador do Boston Celtics, John Havlicek, que era, até então, o décimo maior cestinha da liga com 26.395 pontos.

O´Neal estreou na NBA como membro do Orlando Magic na temporada 1992/1993. Logo em sua estréia já impressionou, graças a seu estilo agressivo e dominante, sendo eleito o calouro do ano. Na terceira temporada como profissional, levou a jovem equipe da Flórida à grande final da NBA. Porém a fantástica dupla Shaquille O´Neal / Penny Hardaway sucumbiu ante aos campeões da liga, o Houston Rockets.

Em 1996, Shaq trocou Orlando por Los Angeles. O começo não foi nada fácil. Os Lakers, ainda em busca de um parceiro para o pivô, acabavam sempre esbarrando em equipes mais experientes, como o Utah Jazz e o San Antonio Spurs. Entretanto tudo mudou, primeiro com a incrível evolução de Kobe Bryant, e depois com a contratação do técnico Phil Jackson, que havia levado o Chicago Bulls, de Michael Jordan, ao hexacampeonato da NBA. O trio estabeleceu uma verdadeira dinastia, conquistando três títulos consecutivos, em 2000, 2001 e 2002.

Desentendimentos entre Shaq e Kobe acabaram levando o pivô para o Miami Heat em 2004. E a mudança não poderia ter sido melhor. Em sua primeira temporada de volta à Flórida, o Heat só foi parado pelo campeão, Detroit Pistons. No ano seguinte, Shaq mais uma vez contou com um grande parceiro, e junto ao ala-armador Dwyane Wade, conquistou seu quarto anel de campeão.

Após duas temporadas lutando contra seguidas contusões e, inclusive, más atuações, Shaq foi para o Phoenix Suns, do brasileiro Leandrinho. Chegou no meio da temporada 2007/2008 e acabou contribuindo pouco com a equipe do Arizona, derrotada logo na primeira rodada dos playoffs.

Melhor fisicamente, o pivô de 36 anos vem fazendo boas partidas na atual temporada, sendo, inclusive, decisivo em algumas delas. E, em breve, deverá subir mais alguns postos na histórica lista dos maiores pontuadores da liga. Shaq está a pouco mais de 200 pontos da nona colocação, de Dominique Wilkins; e a menos de 250 da oitava, de Oscar Robertson. Motivação extra para o super pivô continuar atacando.

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Volta por cima
Publicado por Luiz André Guazzelli Novembro 17 2008, 6:00 PM

Nenê passou a maior parte da temporada 2007/2008 fora de combate. Foram apenas 16 partidas e média de 5 pontos por jogo.
NBAE/Getty Images

O pivô brasileiro Nenê Hilário, do Denver Nuggets, completou nesta semana 300 jogos pela NBA. E para contemplar essa marca histórica, parece viver novamente um grande momento na carreira.

Draftado em 2002 pelo New York Knicks, e imediatamente envolvido em uma troca com os Nuggets, Nenê teve altos e baixos até agora em sua história como profissional.

Estreou trazendo euforia aos torcedores brasileiros, que há muito esperavam assistir um compatriota no maior basquete do Mundo. E não fez feio, obtendo média de 10,5 pontos em sua primeira temporada. Nas duas temporadas seguintes, oscilou pouco, mantendo números expressivos. Além disso, contribuiu bastante para ajudar a equipe do Colorado a voltar aos playoffs após praticamente nove anos.

Depois desse grande início veio sua primeira frustração. Uma contusão no joelho, logo no primeiro jogo, afastou o brasileiro de toda a temporada 2005/2006. Recuperado, Nenê voltou com tudo na temporada seguinte, conseguindo suas melhores médias na NBA: 12,2 pontos e 7 rebotes por partida.

Infelizmente o bom momento não continuou. A temporada 2007/2008 foi trágica. Apenas 16 partidas disputadas, seguidas contusões e um drama. Nenê precisou se submeter a uma cirurgia para retirada de um câncer no testículo, além de várias sessões de quimioterapia. Foram dois meses e meio longe das quadras.

Muitas dúvidas pairavam sobre como o brasileiro se apresentaria na atual temporada. E a resposta não poderia ser melhor. Titular após a saída do pivô Marcus Camby e 100% saudável, Nenê vem fazendo um início de temporada surpreendente, com médias de 15,6 pontos e 8,9 rebotes por partida.

Se já era ótimo ver Nenê totalmente recuperado, melhor ainda vê-lo jogar em um nível altíssimo. Tomara que nada mais atrapalhe seu sucesso. A torcida brasileira agradece.

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Novato do ano?
Publicado por Luiz André Guazzelli Novembro 10 2008, 6:00 PM

Jogando por Kansas State, Michael Beasley bateu o recorde de pontos da Conferência Big 12 que durava 20 anos. Foram 866 pontos no total contra 768 de Mitch Richmond
NBAE/Getty Images

Na última sexta-feira pude pela primeira vez nesta temporada assistir a uma partida do rookie Michael Beasley do Miami Heat. E o ala realmente impressionou. Mesmo poupado no último quarto da partida devido a uma contusão, anotou 20 pontos na vitória de sua equipe contra o San Antonio Spurs fora de casa por 99 a 83. Mostrou qualidade e personalidade de sobra para se dar bem na liga.

Beasley foi o número dois do draft deste ano e chegou à NBA com números nada discretos. Apesar de ter jogado apenas uma temporada na NCAA o ex-jogador de Kansas State liderou as estatísticas em rebotes com 12,4 por jogo, e número de double-doubles com 28 (batendo o recorde que pertencia a Carmelo Anthony com 22), além da excelente média de 26,2 pontos por partida.

Para atestar ainda mais seu currículo Beasley teve o segundo maior número de rebotes e terceiro de pontos de um atleta em seu primeiro ano de faculdade na história da liga universitária.

Mantendo o nível universitário o novo ala de Miami já mostra boas médias. Após os cinco primeiros jogos, Beasley possui 17,6 pontos e 6,8 rebotes por partida. Teve inclusive o gostinho de ser o cestinha de sua equipe na derrota contra o Charlotte Bobcats, onde marcou 25 pontos.

Com a adição de Beasley o Miami certamente conseguirá apagar a terrível temporada passada quando foi o pior time da NBA. E jogar ao lado do all-star Dwyane Wade facilitará em muito o desenvolvimento do atleta que desde já é um dos favoritíssimos ao título de novato do ano da NBA.

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Uma estréia para esquecer
Publicado por Luiz André Guazzelli Novembro 4 2008, 6:00 PM

Número um do draft em 2007, Greg Oden é a grande esperança da torcida do Portland para a temporada 2008/2009
NBAE/Getty Images

Finalmente Greg Oden estreou oficialmente na NBA após um ano de atraso. Porém, o tempo de espera não valeu nem um pouco a pena. E uma nova contusão logo em seu primeiro e aguardado jogo como profissional passa a ameaçar o futuro desta grande promessa.

Oden foi escolhido pelo Portland Trail Blazers como número um do draft da NBA em 2007. Chegou à liga profissional referendado por médias de 17 pontos e 10,7 rebotes por partida em sua carreira pré-NBA, além de diversos prêmios. E mesmo antes de sua estréia o comentário era geral, todos garantiam que o jovem de 20 anos assumiria logo a posição de pivô dominante da liga, tão carente depois que jogadores como Hakeem Olajuwon, Patrick Ewing e David Robinson pararam de jogar e outros como Shaquille O´Neal já se encaminham para o final de carreira.

Entretanto tudo isso foi por água a baixo quando antes mesmo da estréia Oden teve uma grave contusão no joelho que fez com que perdesse toda a temporada 2007/2008.

Depois de uma longa recuperação o atleta pôde finalmente estrear na NBA no primeiro jogo de sua equipe pela temporada 2008/2009 semana passada contra os Los Angeles Lakers. Mas infelizmente seu “debut” não foi nada bom. Além da derrota de seu time por 96 a 76, e por não ter marcado nenhum ponto, Oden contundiu-se novamente, agora no tornozelo, após pisar no pé do armador Derek Fisher, dos Lakers. Novo drama e duas a quatro semanas de molho.

Aquela inicial grande expectativa começa agora a virar uma enorme frustração para os torcedores do Oregon que depositam no ex-pivô de Ohio State a esperança de tirar os Blazers do ostracismo e reviver a glória da saudosa época de Clyde Drexler e Terry Porter.

Resta torcer para que a carreira desse promissor atleta não fique marcada pelas lesões e que ele possa agüentar toda a pressão que com certeza receberá da imprensa e dos torcedores. Talento para vencer na liga ele tem de sobra, mas um pouquinho de sorte não faz mal a ninguém.

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Acabou a espera. O show está de volta!
Publicado por Luiz André Guazzelli 31 de Outubro de 2008, 3:15 pm

Será que os Celtics repetirão a dose? Ou chegou a vez de Kobe Bryant ganhar seu quarto anel.
NBAE/Getty Images

132 dias. Esse foi o exato período que nós fãs do melhor basquete do mundo tivemos que esperar pelo início de mais uma temporada da NBA. Pelo menos dessa vez não sofremos tanto, afinal a Olimpíada de Pequim pôde suprir nossa ansiedade. Kobe Bryant, LeBron James e companhia reconquistaram o ouro olímpico com dignidade depois de uma fantástica final contra a Espanha.

Mas a espera acabou. As estrelas estão voltando. E com elas em quadra já podemos começar a fazer algumas análises mesmo que prematuras. Os elencos são praticamente os mesmos do final da temporada passada. A principal transação foi a que envolveu a ida de Elton Brand para o Philadelphia. Outras novidades foram a chegada do polêmico, porém talentoso, ala Ron Artest em Houston e a troca que levou o habilidoso armador T.J. Ford para Indiana, que por sua vez enviou o ala-pivô Jermaine O´Neal para Toronto. Portanto, a princípio não deveremos ter grandes surpresas.

O Cleveland de LeBron James e do brasileiro Anderson Varejão, o experiente Detroit Pistons e o atual campeão Boston Celtics continuam os favoritos da Conferência Leste. Resta saber se os Celtics terão pique para se superar novamente e defender o título ou se sofrerão da mesma “síndrome do dever cumprido” pela qual o Miami passou após ser campeão em 2006.

Porém dessa vez tudo leva a crer que o nível desta conferência será melhor. Philadelphia e Atlanta devem dar trabalho e o Miami, agora reforçado com o ala Michael Beasley (segunda escolha do Draft), mas sem o técnico Pat Riley, dificilmente repetirá a vexatória campanha da temporada passada.

Já pela Conferência Oeste o grande equilíbrio deverá permanecer. Utah e principalmente New Orleans (melhor equipe da Pré-Temporada com sete vitórias e nenhuma derrota) deverão repetir a excelente temporada 2007/2008. O trio Greg Oden, Brandon Roy e LaMarcus Aldridge poderá trazer bastante alegria à torcida do Portland. Já o Houston, se estiver livre de contusões, com certeza complicará a vida de muitos favoritos. Dallas de Dirk Nowitzki, Denver de Nenê e Phoenix de Leandrinho deverão ter muito mais dificuldades nessa temporada.

No entanto acredito que os grandes favoritos do Oeste continuarão sendo San Antonio e Los Angeles. Contando desde o início da temporada com a dupla Kobe Bryant / Paul Gasol e com o retorno do talentoso Andrew Bynum após séria lesão os Lakers têm tudo para conquistar o anel desta temporada, quem sabe em uma reedição da final passada contra os Celtics. Este é o meu palpite. E o seu?

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