Os pontos de vista expressados no Blog Squad Brasil representam unicamente a visão daqueles que escrevem neste. Não representam a posição da NBA.com/Brasil, da NBA ou de alguma equipes da liga.
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A Revanche das Finais de 2004
Após uma derrota no primeiro jogo da temporada para o Detroit Shock, a equipe de Connecticut voltou com uma série ganhadora de três-jogos consecutivos para manter o ritmo na Conferência do Leste. Qualquer preocupação referende a lesão do joelho (hyperflexion) que sofreu a jogadora Taj McWilliams-Franklin em sua vitória contra o Pheonix foi colocado ao lado com 15 pontos em 18 minutos na vitória por 80-69 no sábado contra o San Antonio. A Taj tem sido brilhante para as Sun.
O Seattle Storm também teve uma derrota por 68-50 contra a equipe rival de Los Angeles (dia 21 de maio). Após um desempenho disparante de 3-15, incluindo 2-13 no território de 3-pontos, para a ala Lauren Jackson na derrota as Sparks, a MVP tem estado em um rasgo. A Jackson tem feito três ‘double-double’ na extensão de quatro jogos e foi nomeada a jogadora da WNBA desta semana. Talvez podemos até dizer que a L.J. tem ido à linha de falta 23 vezes, calculando uma média de 5 vezes por jogo. Ela não fez sequer um único lance livre no jogo contra as Sparks.
A COMPETIÇÃO
Não foi até a segunda metade do jogo três da série de melhor-de-três nas finais do ano passado que qualquer uma destas equipes podiam começar a ter alguma separação real uma da outra. A Seattle venceu a Connecticut em sua quadra de casa nos 20 minutos finais da Temporada da WNBA de 2004 WNBA, por 37-24, para ganhar o seu primeiro campeonato. Até aquele ponto, nenhuma equipe terminou um meio-tempo com mais do que uma vantagem de cinco pontos.
Ambas equipes são orientadas por transição, com opções de pontuação de múltiplas posições. Ambas equipes trazem uma rotação na quadra dianteira agradável neste jogo. Em adição a McWilliams-Franklin e a Dydek, a Sun trás também a Jones (8.3 ppg, 3.rpg 75) e a Brooke Wycoff (5.8 ppg, 2.rpg 5). A Storm conta com a Jackson, a Janell Burse (11.8 ppg, 7.rpg 4), a brasileira Iziane Castro Marques (7.2 ppg, 2.2 rpg) e a Suzy Batkovic.
Entretanto, este jogo pode depender das armadoras dessas respectivas equipes. Cada um pode preencher com qualidade de liderança da posição de armador. A Lindsay Whalen de Connecticut esta anos antes comparado onde começou o ano passado. A eficácia da Whalen com sua forte penetração de dribles abre a quadra ao restante de suas companheiras de equipe. A sua habilidade de passes é contagiosa. Seu ajuste seguinte deve vir enquanto as equipes tentam remover seus ângulos de arremesso. A melhoria da Sue Bird na extremidade defensiva faz esta partida mais intrigante. Em somente 24 anos de idade, a Bird tem um currículo impressivo, com dois campeonatos da NCAA, um título da WNBA e uma medalha de ouro olímpica. Por causa de sua agilidade de arremessar a bola de longe, a Sue é igualmente perita na transição ou em situações na metade da quadra.
A medida verdadeira de uma jogadora é como o seu jogo impacta aqueles em torno dela. Estas armadoras levantam o nível de suas equipes respectivas. O resultado deste jogo pode estar em suas mãos. Que o jogo comece então!
Publicada pela Doris Burke – 6 de junho de 2005 1:24PM
A Diana Retorna a Connecticut
Previsão da Phoenix Mercury no Connecticut Sun
O Connecticut começou a temporada com um recorde de 1-1 perseguindo a sua defesa do Campeonato da Conferência Leste do ano passado. Você lembrará de que foi somente um arremesso para alcançar o título um ano atrás e eu acredito que elas têm todos os ingredientes para chegar lá outra vez este ano.
O Phoenix ganhou somente um de seus primeiros três jogos, mas você tem que esperar um forte começo para o Mercury, pois jogam 11 de seus primeiros 15 jogos na estrada. A notícia boa é que a equipe terá uma abundância de jogos em casa na segunda metade da temporada uma vez que as titulares como a Penny Taylor e a Kamila Vodichkova voltam da Europa.
CONNECTICUT
Em vez de apostar numa recém-chegada do draft, o Mike Thibault, técnico da Sun, a negociou pela Margo Dydek, uma pivô de 7-2 que foi uma tope escolha no draft anterior pela Utah Starzz. Quando o Starzz mudou para San Antonio, a jogadora da WNBA viu seu tempo de jogo diminuir. Sua mudança leste à equipe mais democrata da WNBA pode ajudar esta jogadora habilidosa a cumprir a sua promessa de ser uma força dominante na liga. Ela necessitará ajuda, embora, como a Lindsay Whalen, a Katie Douglas e a Sales combinaram para 26 por cento do campo até agora. A Taj Mcwilliams-Franklin, quem pode ser a jogadora mais feliz na liga com a adição da Dydek, se muda de pivô para a sua posição mais natural como ala. A Mcwilliams-Franklin é uma defensora e reboteira sólida e subestimada ofensivamente. Você pouco se impressiona em achar uma jogadora jogando melhor basquetebol tão cedo como a Taj. A Thibault pensa que ela pode ser a MVP da liga. Se esta equipe se une, não subestime a sua chance em ganhar o titulo.
PHOENIX
Até que as duas européias cruzam o oceano, será duro de ver todo o potencial desta equipe. Por agora, é tudo sobre a Diana Taurasi, mas a continua melhorada da Anna DeForge fez esta equipe perigosa. Esse duo lança quase a metade dos arremessos total da equipe.
E como será a segunda temporada da Taurasi? Ela veio na liga com três títulos consecutivos da NCAA, dois títulos de MVP e mais pressão para executar do que qualquer jogadora na história da liga. Tudo o que ela fez em seu primeiro ano na WNBA foi ganhar o titulo de Recruta do Ano, fazer a primeira equipe All-WNBA e achar tempo para ganhar uma medalha de ouro em Atenas. Então, em vez de ir para a Disneyworld, ela passou as suas férias projetando o seu próprio sapato para a Nike chamado Nike Air Taurasi (completo com costura estilo de futebol em homenagem ao seu pai) e completou o seu diploma em sociologia em Connecticut.
MATCH-UP
A Connecticut é uma equipe trabalhadora de transição-orientada que procura marcar em ambas de suas pausas secundárias e primárias.
A Phoenix, por agora, tem apenas a DeForge e aTauarsi. A Shereka Wright e a Plenette Pierson adicionam para a equipe, mas ainda esta faltando mão-de-obra até o dia 1 de junho nesta equipe.
A pressão está em Connecticut desta vez como necessitam manter o passo na Conferência do Leste enquanto que a Detroit Shock (3-0) esta ainda sem os serviços da Swin Cash.
Publicado pela Doris Burke - 27 de maio 2005 8:50AM

